sábado, 14 de janeiro de 2017

O PROTESTANTISMO OU ALGUMA IGREJA PROTESTANTE É A IGREJA DE JESUS CRISTO?

O PROTESTANTISMO OU ALGUMA IGREJA PROTESTANTE É A IGREJA DE JESUS CRISTO?

  A única e verdadeira Igreja visível de Jesus Cristo é a que foi fundada por ele mesmo no primeiro século da nossa era sobre o apóstolo Pedro (Mt 16, 18-19; Jo 21, 15-17; Lc 22, 31-32...) É a que existe “visível e ininterruptamente” desde o 1° século da nossa era até hoje e existirá até o fim do mundo (Mat. 28, 20).
  Ora, cada uma das milhares de “ igrejas “ denominações protestantes foram fundadas por um mero homem ou mulher e nenhuma igreja protestante existe visível e ininterruptamente desde o 1° século, é historicamente comprovado que o protestantismo com suas milhares de “igrejas” nasceram só no Século XVl em diante, portanto, nem o protestantismo nem nenhuma das milhares de igrejas protestantes são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Ademais, Jesus fundou uma só Igreja não milhares como existe no protestantismo. Ele disse: Edificarei A MINHA IGREJA (Mt 16, 18)  não as minhas igrejas.
Precisamente para facilitar aos cristãos a tomada de consciência do hiato histórico (lacuna e distância histórica) que intercede entre Jesus Cristo e as denominações protestantes, publicamos a tabela seguinte:
AnoDenominaçãoOrigemFundador
~33Fundação da Igreja CatólicaPalestinaJesus
~55Igreja Católica se fixa em Roma, com Pedro e Paulo  
    
1521Igreja LuteranaAlemanhaMartinho Lutero
1523AnabatistasAlemanhaZwickau
1523Batistas MenonitasHolandaMenno Simons
1531Igreja AnglicanaInglaterraHenrique VIII
1536Igreja PresbiterianaSuiçaJoão Calvino
1592Igreja CongregacionalistaInglaterraJohn Greenwood e outros
1612Igreja Batista Arminiana ou GeralInglaterraJohn Smith
~1630Sociedade dos Amigos (Quakers)InglaterraGeorge Fox
1641Igreja Batista Regular ou ParticularInglaterraRichard Blount
1739Igreja MetodistaInglaterraJohn Wesley
1816Igreja AdventistaEUAWillian Miller
1830MórmonsEUAJoseph Smith
1865Exército da SalvaçãoInglaterraWillian Booth
1878Testemunhas de JeováEUACharles T.Russel
1901Igreja PentecostalEUACharles Parham
1903Igreja Presbiteriana IndependenteBrasilOthoniel C. Mota
1909Congregação Cristã no BrasilBrasilLuís Francescon
1910Igreja Assembleia de DeusEUA/BrasilD.Berg/G.Vingren
1918Igreja do Evangelho QuadrangularEUAAimée McPherson
1945Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB)BrasilCarlos D.Costa
1955Cruzada o Brasil para CristoBrasilManoel de Mello
1962Igreja Deus é AmorBrasilDavid Miranda
1977Igreja Universal do Reino de DeusBrasilEdir Macedo

No Brasil, os pentecostais dispõem-se em três grupos
a) Assembleia de Deus, que veio dos Estados Unidos em 1911; pelos suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, fundada por ambos em 18/1/1918
b)   Congregação Cristã do Brasil, que teve infcio em 1909 na colônia italiana do Brás (São Paulo), por obra de Luís Francescon, emigrante italiano que veio dos Estados Unidos;
c)   Pentecostais Independentes, grupos oriundos em 1950, entre os quais está a Cruzada "Brasil para Cristo" chefiada pelo pastor Manoel de Mello, que se desligou da Assembleia de Deus e iniciou o Movimento da "Tenda Divina". Igreja Deus é amor fundado por David Miranda em 3/6/1962
                 
Registram-se ainda: a Cruzada da Nova Vida, a Igreja da Renovação, a Igreja da Restauração, o Reavivamento Bíblico, o Evangelho Quadrangular Pentecostal, o Cristo Pentecostal da Bíblia, a Igreja Pentecostal Unida, a Igreja Evangélica Pentecostal, a Igreja Pentecostal Jesus Nazareno, a Cruzada Nacional de Evangelização, sara nossa terra, igreja internacional da graça, igreja mundial do poder de Deus...
Outro Ramos:
·                     Adventistas: Adventistas da Era Vindoura, Adventistas do Sétimo Dia, Adventistas Evangélicos, Cristãos Adventistas, Igreja de Deus, União da Vida e do Advento, etc.
·                     Batistas: Batistas Abertos, Batistas das Duas Sementes no Espírito, Batistas das Novas Luzes, Batistas das Velhas Luzes, Batistas do Livre Arbítrio, Batistas do Sétimo Dia, Batistas dos Seis Princípios, Batistas Fechados, Batistas Primitivos, Batistas Reformados, Velhos Batistas, etc.
.    A tabela, ainda que não seja exaustiva (pois são milhares de “igrejas”), mostra como as denominações protestantes que hoje em dia fazem adeptos no Brasil, estão distantes de Jesus Cristo na linha da história. Antes do século XVI não se falava de Confissão Luterana; Igreja Batista, Presbiteriana... Antes do século XX não se falava de Assembleia de Deus, igreja Deus é amor, Comunidade "Nova Vida", "Igreja Socorrista", etc. Não foi Jesus Cristo quem deu origem a tais organizações, mas foram pastores humanos, dos quais alguns disseram ter recebido revelações mais recentes do que as de Jesus Cristo; tal é o caso de Joseph Smith (Mórmons), Charles-Taze Russell e Rutherford (Testemunhas de Jeová), Alexandre Freytag (Amigos do Homem)... Quanto mais recente é a denominação protestante, mais tende a trocar o Novo Testamento pelo Antigo, chamando Deus pelo nome de Jeová, negando a Divindade de Cristo e a SS. Trindade, observando o sábado em lugar do domingo, etc.
      São Paulo disse que a Igreja de Jesus teria unidade na fé, na doutrina (Ef 4, 5). No protestantismo existem milhares de igrejas justamente porque nenhuma concorda com todas as doutrinas das demais, a desunião doutrinária do protestantismo é uma total desobediência à palavra de Deus mencionada em: Ef 4, 5. 13-14; Rm 16, 17-18; 1° Cor 1, 10; 2° Pd 2, 1-3. Tais textos deixam bem claro que divisão na doutrina nunca foi ação ou inspiração divina, sendo assim, é biblicamente impossível o protestantismo ou quaisquer das milhares de igrejas protestantes serem a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.
  Somente a Igreja Católica Apostólica Romana existe desde os primeiros séculos da nossa era. Evidentemente, antes de Martinho Lutero (fundador da primeira igreja protestante e pai do protestantismo) em 1517, não existia o protestantismo nem nenhuma igreja protestante. Existia apenas uma Igreja cristã: “A Igreja Católica Apostólica Romana” que por uma sucessão ininterrupta de bispos ascendia aos apóstolos e por meio dos apóstolos ao próprio Jesus Cristo. Esta era a única Igreja fundada por Cristo a história não conhece outra, muitos teólogos e estudiosos protestantes vendo a impossibilidade de assassinar a história confirmam esta verdade, citando dois exemplos entre muitos:
  O livro protestante e anticatólico:”porque deixamos a batina”, páginas 6-7, 3° edição afirma que a Igreja Católica Romana durante os três primeiros séculos era a Igreja de Cristo, que após o 3° Sec. Deixou de ser porque apostatou : Há cerca de 1.600 anos, a Igreja de Cristo, instalada em Roma ...
  O pastor Raimundo de Oliveira da Assembleia de Deus, ao falar da paganização da Igreja Romana admite: Durante os séculos I-II (33-196) a Igreja Romana não aceitou nenhuma doutrina antibiblica Cf. Seitas e Heresias um sinal dos tempos, Pág. 16, 1° edição, CPAD.
  Vemos nestes dois testemunhos protestantes que apesar de erroneamente dizerem que a Igreja Católica paganizou-se ou apostatou, não negam que ela existe desde o 1° século, que era a Igreja de Jesus Cristo, que era pura nas suas doutrinas. Aliás, todas as vezes que os protestantes dizem (para tentar justificar sua tardia origem ou existência)  que a Igreja Católica apostatou (se desviou das verdades bíblicas e passou a ensinar heresias), confirmam através desta crítica (objeção) que a Igreja Católica apostólica Romana era a verdadeira Igreja, pura nas suas doutrinas, e por conseguinte, era a única Igreja de Jesus Cristo. E se era a única Igreja que Jesus fundou, ainda hoje é, e continuará sendo (visivelmemte) até o fim do mundo De fato:
   CARTA ABERTA AOS PROTESTANTES SOBRE A APOSTASIA DA IGREJA CATÓLICA
  A Igreja Católica apostatou? Vamos “supor” que isto tenha acontecido. Ora, se veio a apostatar, é porque, de fato, não era ainda apóstata. Quem diz apostasia diz a passagem de uma realidade para outra diametralmente oposta. O ato de apostatar exige uma condição prévia inteiramente incompatível com a apostasia. Assim como uma barra de ferro só se poderá esquentar se estiver fria, e um pedaço de madeira só se poderá partir se estiver inteiro, e um homem só poderá morrer se estiver vivo, também a Igreja Católica só poderia apostatar se estivesse em algum momento livre de apostasia; só poderia paganizar-se se não estivesse paganizada ainda. Negareis o óbvio? Não o creio.
  Muito bem. Mas se um dia a Igreja não foi apóstata, se não era paganizada em algum momento da história, segue-se que foi um dia legítima, autêntica, verdadeira. Se era verdadeira, era, por conseguinte, a Igreja de Jesus Cristo, pois não havia outra. Temos, então, que essa Igreja que chamais apóstata, foi em alguma época a verdadeira Igreja, pura nas suas doutrinas e práticas. Negareis o óbvio? Não o creio.
  Mas afirmais que ela apostatou. Como? A verdadeira Igreja poderia alguma vez apostatar? É aqui, senhores, que a vossa afirmação desmorona, como um imenso castelo de areia firmado na flacidez do chão molhado da praia. Desde quando a Igreja poderia apostatar? Nunca! Jesus Cristo teria sido um mentiroso, um impostor, e mui justa seria a sentença condenatória exarada por Pôncio Pilatos e a acusação vinda da parte do Sinédrio. Mas isso ninguém jamais cogitou. Justo foi Pilatos? Justo o Sinédrio? Impossível!
  As promessas neotestamentárias da assistência divina à Igreja, por outro lado, são muitas e claras.
  Ao dizer a Pedro do estabelecimento da Igreja, o Salvador garantiu que as portas do Inferno não prevaleceriam contra ela (cf. Mt. 16,18). Ora, se a Igreja depois disto apostatou, deixando de ser a verdadeira Igreja, segue-se que as portas do Inferno prevaleceram e Jesus foi um falso profeta. Em outra ocasião, pouco antes de ascender, o Senhor disse aos apóstolos que ficariam com eles "até a consumação dos séculos" (Mt. 28,20). Mas o que seria desta presença sempre continuada, se o paganismo depois invadisse a Igreja e a corrompesse até os seus fundamentos?
  Sabendo da proximidade da sua ida para junto do Pai, Jesus falou do Espírito Santo: "Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco" (Jo. 14,16; ainda 14,26; 15,26). Mas onde, senhores, [estaria] a eficácia da atuação deste Paráclito se apostatasse a Igreja?
  Se a Igreja pudesse em algum momento apostatar ou paganizar-se a palavra de Deus não a chamaria de coluna e firmeza da verdade (1° Timóteo 3,15), este texto nos diz que é impossível a Igreja visível de Cristo, sendo o fundamento da verdade ensinar o erro, heresias.
  Será que não veem senhores protestantes que para não acreditar e aceitar a Igreja Católica Apostólica Romana como a única e verdadeira Igreja que Jesus fundou, vocês preferem desacreditar e rejeitar a própria Palavra de Deus, Desobedecer e blasfemar contra o próprio Senhor e Salvador Jesus Cristo? De fato, respondam-me ser irem contra o bom senso e a palavra de Deus: como poderia ser possível a Igreja de Cristo ser ao mesmo tempo sustentáculo da verdade (1° Tm 3, 15) e do erro, da heresia?
   Dizer que a Igreja apostatou como dizem os protestantes, é o mesmo que afirmar e blasfemar que Jesus Cristo não passou de um traidor miserável, que nos ludibriou a todos! Pois Prometeu que as portas do Inferno jamais prevaleceriam, mas a Igreja apostatou. Prometeu a sua assistência até o final dos séculos, mas a Igreja apostatou. Prometeu o Espírito da verdade para que ficasse eternamente, mas a Igreja apostatou.
  Quer dizer senhores protestantes que Jesus mentiu? Foi ou é incapaz de cumprir suas promessas em relação à sua Igreja, à Igreja que ele fundou? É como diz o antigo provérbio:”o pior cego é o que não quer ver”!
  Não soubesse eu, senhores protestantes, que a assistência divina é infalível e que tem, pelos séculos, preservado a Igreja de todas as heresias, e estes brados de revolta e blasfêmia de vocês soariam os mais justos e louváveis. Mas sei que a Igreja, um dia edificada por Cristo sobre Pedro (Mat 16, 18-19) a Rocha/cefas (João 1, 42) Pastor de todo o rebanho/Igreja de Jesus ( João  21, 15-17) e seus sucessores (Mat 28, 20), jamais renegou os ensinamentos que recebeu, porque nela atua Aquele que é a própria Verdade, mesmo que assim não queiram as vossas incontáveis denominações, que, não tendo Deus Cristo por fundador, jazem impotentes ante um turbilhão de contradições doutrinárias. ( larcatolico.webnode.com.br/news/a-igreja-catolica-apostatou-e-paganizou-se-/ )
   A igreja católica tem uma só fé, uma só doutrina, de fato, quando o católico em cada missa recita o credo " Creio em Deus pai todo poderoso criador do céu e da terra e em Jesus Cristo seu único filho nosso Senhor ... Estar professando a mesma fé dos cristãos desde os primeiros séculos até hoje
    Perguntemos ao protestante: Pouco antes de aparecer o protestantismo ou se fundar uma “igreja” protestante existia ou não existia a Igreja de Jesus Cristo? Diz que sim! Neste caso o protestantismo ou “igreja” protestante diversa da verdadeira Igreja, não é a Igreja de Cristo. Diz não! Neste caso contradiz a palavra de Jesus Cristo que é Deus, o qual afirma que a sua Igreja é indestrutível como sociedade visível e infalível na doutrina (Mat 16, 18-19; 18 17; 28 20; Lc 10,16; Jo 16, 13; atos 20, 28; 1° Tm 3, 15.
   Outras perguntas que devem ser feitas aos protestantes é: “Quem fundou a sua Igreja e por quê? Foi o Senhor Jesus que a fundou ou foi um mero homem? E para ajudá-lo na resposta: Qual seria a sua igreja se você nascesse há mil e cem anos, ou  600 anos antes, da reforma protestante em 1517?”. Qual a Igreja cristã que existe desde os primeiros séculos? A resposta seria apenas uma: Igreja católica. Ora, Visto que Jesus prometeu que as portas do inferno nunca haveria de prevalecer contra a sua Igreja, ou seja, que nunca ia deixar ela errar doutrinariamente (Mt 16, 18-19), pois ela seria até o fim do mundo a coluna e sustentáculo (firmeza) da verdade (1° Tm 3, 15) é ilógico e contraditório aceitar atualmente doutrinas que não se alinham com as da Igreja católica! Podem-se aceitar ritos e disciplinas diferentes, mas não doutrinas! Será anticristão abandonar ou rejeitar a única Igreja que Jesus fundou por “igrejas” ou “seitas” fundadas por homens! De fato, perguntamos: As igrejas protestantes (que tiveram origem com e após a reforma protestante) estão na bíblia? É impossível, pois só surgiram 1300 anos após a bíblia e quinze séculos após da existência da Igreja de Jesus Cristo. Já que não estão na bíblia porque vocês protestantes (“evangélicos” ) seguem essas “igrejas” fundadas por meros homens? Afinal de contas não são vocês que dizem que só devemos seguir o que está na bíblia?
Ora é de crer que, se os cristãos conhecessem melhor a história das denominações protestantes, não adeririam tão facilmente a elas ou as deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se opõem à intenção de Jesus Cristo; principalmente os católicos não se tornariam protestantes, pois, assim procedendo, abandonam a única Igreja fundada por Jesus Cristo para aderir a comunidades fundadas por homens, quinze ou mais séculos após Jesus. Será a mesma coisa seguir Jesus Cristo e seguir um "profeta" do século XVI ou XVIII?
Quem dá sustentação e vida à árvore é sua raiz! Uma árvore sem raiz não sobrevive nem se mantém segura de pé! E o que temos na raiz desta grande árvore que é o Cristianismo? Na base (raiz) está a Igreja católica (é fato histórico; observe mais uma vez a tabela acima)! Sua raiz bebe diretamente Daquele que dá e é a água viva (cf. Jo 4,10), Jesus Cristo, o Filho de Deus. E é por isso que ela, ainda nos dias de hoje, tem se demonstrado forte e vigorosa (apesar da sua idade e de tanta perseguição), e assim será até a consumação dos séculos (cf. Mt 28,20).
   As doutrinas dos protestantes de hoje são diferentes e opostas das dos fundadores das primeiras “igrejas” protestantes. Neste caso quem são os que possuem a verdade, são os fundadores do protestantismo? Diz sim! Então os protestantes de hoje estão no erro. E se estavam no erro os fundadores, o protestantismo cai pela sua base.
  A interpretação privada da bíblia introduziu no protestantismo incontida variabilidade, enorme e contraditória diversidade de interpretações e doutrinas, selo do erro ( a verdade une o erro divide). Como o erro não pode ser consequência da verdade, mas do erro, a interpretação privada professada por todas as “igrejas” protestantes é um erro que infecciona todo o protestantismo impedindo-o de crescer em unidade, mas fazendo o mesmo se dividir em milhares de seitas opostas entre si: Logo todas e cada uma das ”igrejas” protestantes estão baseadas no erro.
  O Espírito Santo, Espírito de verdade, não inspira interpretações e doutrinas contraditórias. Ora,  as “igrejas” protestantes afirmam interpretações e doutrinas contraditórias, e cada “igreja” nova nasce de uma contradição com outra “igreja”, logo elas não podem estar inspiradas pelo Espírito Santo; logo o princípio protestante da interpretação privada não é cristão pois semeia a divisão, nem conduz à verdade pois semeia a contradição.  E como podem essas igrejas atribuir suas mais diversas doutrinas ao mesmo Espírito Santo, sendo estas completamente contraditórias entre si? Não seria uma blasfêmia dizer que o Espírito Santo está ocasionando divisões entre os cristãos se Jesus Cristo afirmou que haveria um só rebanho e um só pastor? (Jo 10,16)
 Na raiz de todo este esfacelamento do Cristianismo, que se perde cada vez mais em fantasias arbitrárias, está o princípio, estipulado por Lutero, segundo o qual a Bíblia deve ser interpretada por cada leitor em "livre exame"; o que quer dizer: cada qual tem o direito de contar com a iluminação do Espírito Santo e entender a Bíblia como bem lhe pareça; em consequência, tira as conclusões que julgue adequadas, sem orientação da Igreja. É compreensível que tal princípio, coerentemente aplicado, tenha levado e leve o Protestantismo a se autodestruir cada vez mais, dividindo-se e subdividindo-se em comunidades, das quais as posteriores pretendem sempre reformar as anteriores e são reformadas pelas subsequentes. Os membros de tais comunidades reformadas seguem tão somente o alvitre subjetivo e imaginoso de um "profeta", e não mais a Palavra de Jesus Cristo como tal. Este fundou uma só Igreja, que Ele confiou a Pedro, dando-lhe a garantia de sua assistência infalível até a consumação dos séculos (cf. Mt 16,16-19; 28,18-20); fora desta única Igreja há sociedades humanas cristãs, que não podem ser ditas "Igreja de Cristo" a não ser na medida parcial em que compartilham elementos da única Igreja de Jesus Cristo (a leitura da Biblia, o Batismo, o espírito de oração...). São obras humanas (a prova de que são obras meramente humanas, é a contínua dissolução de tais grupos em subgrupos e subgrupos...; há quem enumere mais de 1.600 denominações cristãs somente na África)!
  Vê-se, pois, que o individualismo colocado na base da Reforma de Lutero é o fator de autodestruição da própria Reforma, pois favorece todas as tendências divergentes, levando às conclusões mais extremadas. O próprio Lutero se assustou ao perceber a confusão que seus princípios provocaram.
  Em consequência, torna-se difícil dizer quais os pontos comuns a todas as denominações protestantes. Podem-se apontar o uso da Bíblia como única norma de fé e a crença em Deus uno, Criador e Juiz; a própria Divindade de Cristo é negada por não poucos protestantes; há também correntes reformadas que não admitem sacramento algum. Por isto deve-se dizer que as diferenças, dentro do Protestantismo, entre Testemunhas de Jeová e Batistas, entre Adventistas e Presbiterianos... São maiores do que as diferenças entre luteranos e católicos.
De resto, o liberalismo apregoado pelo princípio do livre exame é geralmente atenuado ou mesmo supresso nas comunidades protestantes onde os pastores exercem forte liderança sobre os seus fiéis.
  Talvez, porém, alguém objete: a Igreja fundada por Cristo não tem suas falhas e não necessita de purificação e renovação?
— É certo que, onde existem seres humanos (e na Igreja eles existem), existe fragilidade; esta, sem dúvida, exige purificação. Todavia a purificação da Igreja há de se fazer sem ruptura com o passado, sem perda de contato com a linhagem apostólica e a fonte "Jesus Cristo". Qualquer quebra nessa linha é mortal, pois faz da nova comunidade uma obra meramente humana, separada do seu manancial autêntico; a tal comunidade já não se aplica a Palavra de Cristo em Mt 28,18-20: "Estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos".
  A própria Igreja de Cristo, a Igreja Católica, sabe tirar do bojo da sua vitalidade o remédio aos males morais que acometem seus filhos; a Igreja é a Mãe solícita de curar as chagas que os seus filhos lhe infligem à revelia da própria Mãe. Na verdade, o católico que peca, peca porque se afasta dos ensinamentos e da vida da Igreja.
   Aliás, a razão pela qual não se pode conceber Reforma da Igreja fundada por Cristo (mas apenas reformas em setores disciplinares da mesma), é o próprio conceito de Igreja. Esta não é uma República (como afirmavam reformadores do século XVI), nem é uma sociedade meramente humana, mas é o sacramento que continua o mistério da Encarnação; é Jesus Cristo prolongado em seu corpo através dos séculos — o que significa que, por debaixo da veste humana e defectível que os homens dão à Igreja, existe o próprio Cristo presente com sua autoridade e indefectibilidade; esta presença atuante de Cristo garante a todos quantos se chegam a Ele na Igreja, a santificação e a vida eterna; é Ele quem batiza, é Ele quem consagra o pão e o vinho, é Ele quem absolve os pecados. Consciente dessa presença indefectível de Cristo na Igreja podia São Paulo dizer que "Cristo amou a Igreja e se entregou por ela... para apresentar a si mesmo a Igreja gloriosa, sem manchas nem rugas ou coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5,25-27). Com efeito, a Igreja é santa não por causa da oscilante santidade dos homens que a integram, mas por causa da presença do Santo de Deus ou de Cristo que nela se encontra. Por isso não toca a homem algum refazer a Igreja ou recomeçá-la, mas compete-lhe apenas zelar para que a face externa da Esposa de Cristo seja purificada das falhas que os homens lhe impõem.
  Refletindo sobre estas verdades, os fiéis católicos hão de se recordar das palavras do Apóstolo São Paulo, que hoje parecem mais oportunas ainda do que nos tempos da Igreja nascente:
"Rogo-vos, irmãos, que estejais alerta contra os que causam divisões e escândalos contrários à doutrina que aprendestes; afastai-vos deles", os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 16,17-18).
"Alcancemos todos nós a unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, o estado de Homem Perfeito, a medida da estatura da plenitude de Cristo.Assim não seremos mais crianças, joguetes das ondas, agitados por todo vento de doutrina, presos pela artimanha dos homens e da sua astúcia que nos induz em erro" (Ef 4,13-14).
" Haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias(seitas) de perdição, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza (amor exagerado ao dinheiro) farão de vós negócio com palavras fingidas, sobre os quais a perdição não dorme" ( 2° Pedro 2, 1-3; Atos 20, 28-30)


Ler mais: http://www.larcatolico.com/news/protestantismo/?utm_source=copy&utm_medium=paste&utm_campaign=copypaste&utm_content=http%3A%2F%2Fwww.larcatolico.com%2Fnews%2Fprotestantismo%2F



A verdade sobre o Cristo que anunciamos


A verdade sobre o Cristo que anunciamos


Fazer uma oração inicial.
Ler Lc 1,26-37
Depois de lido o Evangelho, ler o seguinte texto:
Devemos anunciar claramente a encarnação de Jesus: Ele assumiu a nossa carne e viveu em nosso mundo. Possuia uma vida divina e uma vida humana e histórica.
Jesus de Nazaré participou da vida, das esperanças e das angústias de seu povo. Este mesmo Jesus é o Cristo que a nossa fé crê, anuncia e celebra.
Em Jesus, o Pai realizou o seu reino. Jesus é o fundador da igreja. Ele permanece vivo, presente atualmente em nossa história e na Igreja.
Pela fé conhecemos a Jesus. Pelo amor, O seguimos. O Espírito Santo, presente em nosso coração, nos faz capaz de imitar Jesus, O Senhor e Salvador.
Não somos nós que amamos a Deus primeiro. É Deus quem nos amou primeiro. Ele nos criou para participarmos dessa divina comunidade de Amor, formada pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo (Ef 1,3-6).
Muitas vezes recusamos o amor de Deus. Em vez de adorarmos o Deus verdadeiro, adoramos ídolos: adoramos nós mesmos, as nossas obras, as coisas do mundo, o computador, a televisão, etc... Assim destruímos a convivência fraterna. Fazemos entrar no mundo do mal, da morte, da violência, do ódio, do medo. O mundo nos faz experimentar a força do pecado.
Deus Pai, porém, não nos abandona em poder da opressão. Ele sempre nos convida a viver em comunhão com Ele, como mostra a Bíblia através da história de Abraão e da missão do povo de Israel; da história de Moisés, da libertação do povo que vivia como escravo no Egito e do pacto firmado no Monte Sinai da história de Davi e seu reino, do exílio na Babilônia e do retorno a terra prometida.
Deus Pai enviou ao mundo seu Filho Jesus Cristo, verdadeiro Deus "nascido do Pai antes de todos os séculos" e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria "por obra do Espírito". Em Cristo e por Cristo, o Pai se une a todos nós Jesus quando retorna ao Pai, nos deixa o Espírito Santo, que nos anima e semeia a lei da graça e da liberdade. Jesus chama o Espírito Santo de "espírito da verdade", porque ele nos conduz à verdade completa (Jo 16,13).
O Pai, ao enviar a nós o Espírito de seu Filho, "derrama seu amor em nossos corações (Rm 5,5). Tira-nos do pecado e nos dá a liberdade de filhos de Deus.
Para refletirmos:
Qual foi a importância da Sina de Maria?
Por que Jesus Cristo é tão importante para nossa vida?
O nosso pecado afasta a Deus? Por quê?
Como seria a vida de Jesus hoje entre nós?
Terminar com orações expontâneas e marcar uma próxima reunião.
Próximo tema será: O Povo de Deus.

http://www.renovacaocarismatica.com.br/j2/index.php/mensagens/estudos-biblicos/50-a-verdade-sobre-o-cristo-que-anunciamos

SÃO MARCELO I 16/01

 SÃO MARCELO I

16/01

Marcelo foi Papa num período conturbado na vida da Igreja. O imperador Diocleciano decretou uma feroz perseguição aos cristãos, condenando milhares a morte. Marcelo era ainda padre quando foi elevado à cátedra de Pedro no ano de 308. Foi o trigésimo papa da Igreja.
O seu pontificado foi uma luta constante para reorganizar a Igreja e lutar pela inclusão daqueles que tinham renegado a fé em Cristo. Com justiça e sabedoria, Marcelo soube tratar o assunto.
Enquanto muitos bispos do Oriente pediam a excomunhão destes cristãos, especialmente para os que faziam parte do clero, ele se mostrou rigoroso, porém menos radical. Decidiu que a Igreja iria acolhê-los, depois de um período de penitência.
Outra decisão de Marcelo determinou que nenhum concílio poderia ser convocado sem a autorização do Papa.
Marcelo acabou sendo preso pelas forças imperiais e obrigado a trabalhar na sua igreja, transformada em estábulo. Morreu em consequência dos maus tratos recebidos no dia 16 de janeiro de 309.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Nos séculos III e IV, o título de papa designava qualquer bispo da Igreja. Pouco a pouco, passou a referir-se exclusivamente ao bispo de Roma, e, juntamente com o título, veio o reconhecimento de Roma como centro de autoridade da Igreja Ocidental. Em 382, o papa Dâmaso reivindicou a supremacia de Roma como centro da Igreja e da Sé Apostólica.
ORAÇÃO Pai Celeste, doador da vida e da santidade, conceda-me receber o dom da fé e viver a serviço do vosso evangelho. Faça com que eu seja um cristão honesto e solidário e aprenda de são Marcelo o valor da bondade e da acolhida. Por Cristo nosso Senhor. Amém!



http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/16/01

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

SÃO MAURO (AMARO) 15/01

SÃO MAURO (AMARO)
15/01

Hoje celebramos a festa de Santo Amaro, também conhecido como são Mauro. Ele nasceu na cidade de Roma, filho de um senador, no ano de 512. Aos doze anos teve um sonho, onde Deus o chamava à santidade. Resolveu então entrar num mosteiro beneditino. Foi o próprio São Bento que ajudou a formação de Amaro e de seu primo Plácido, também canonizado pela Igreja.
Conta-nos uma lendária tradição que um dia, ao caminhar pelo jardim, São Bento teve uma visão do jovem Plácido se afogando. Imediatamente chamou Amaro e pediu-lhe para socorrê-lo. Amaro se concentrou de tal maneira e agiu tão rapidamente, que nem percebeu que andava sobre as águas daquele riacho, depois puxou o primo pelos cabelos e o levou para a terra firme.
Amaro se tornou o discípulo predileto de São Bento e o acompanhou para o mosteiro de Montecassino, quando lá se fixaram, sendo nomeado o primeiro superior e administrador. Os registros mostram que Amaro era um homem virtuoso, modelo de obediência, humildade e caridade.
O primeiro mosteiro beneditino em terras francesas também foi fundado por Amaro. Foi neste lugar que Amaro morreu, depois que contraiu a peste. Ele agonizou durante cinco meses, morrendo santamente em 15 de janeiro de 584.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Amaro é uma palavra que significa Amargo. O significado de seu nome condiz bem com os tropeços e dificuldades que encontrou ao longo de sua vida. Era de tamanha docilidade e virtude que seus mestres o recomendavam como exemplo a outros monges.
ORAÇÃO Ó Deus, concedei-nos, pelo exemplo de Santo Amaro a graça de imitá-lo em toda a sua vida, para que possamos ser firmes nos caminhos do Cristo pobre, humilde e obediente. Possamos também seguir nossa vocação com fidelidade e chegar à perfeição que nos propusestes em Vosso Filho. Por Cristo nosso Senhor. Amém!


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PEDRO DONDERS 14/01

PEDRO DONDERS
14/01

Pedro Donders nasceu em 27 de outubro de 1809, no sul da Holanda. Pedro tinha seis anos de idade quando sua mãe morreu e, diante dessa circunstância, precisou deixar os estudos para ajudar seu pai, já muito idoso, na renda familiar.
Por causa de sua saúde frágil e da pobreza, o jovem não conseguia realizar seu sonho: ser padre. Entretanto Pedro insistia com seu pároco, até que conseguiu que o recebessem no seminário diocesano, mais como empregado do que como seminarista.
No ano de 1839 o Seminário foi visitado pelo Prefeito Apostólico do Suriname, buscando ajuda para seu território de missão que estava numa situação muito crítica. Apenas Pedro Donders se ofereceu. Em 5 de junho de 1841 foi ordenado sacerdote. Um ano mais tarde chegou em Paramaribo, uma região selvagem quatro vezes maior que a Holanda.
Os primeiros catorze anos foram dedicados à formação dos catequistas, das crianças e às visitas pastorais entre os escravos das fazendas holandesas. Recebeu o encargo da pastoral dos enfermos, dedicando-se especialmente aos leprosos. Foi um homem corajoso, aliviando as dores dos doentes terminais, sem nunca reclamar do apostolado.
Em 1865 chegaram os Missionários Redentoristas no Suriname, com a missão de continuar os trabalhos de evangelização. Padre Pedro decidiu ficar e pediu seu ingresso na Congregação do Santíssimo Redentor, professando os votos em 1867. No dia 14 de janeiro de 1887, morreu de uma grave enfermidade renal.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Os missionários redentoristas têm muito carinho por Pedro Donders, pelo seu exemplo de vida e pela sua dedicação missionária. Ainda hoje existem missionários redentoristas no Suriname, inclusive um grupo de brasileiros que gastam seus dias pela redenção daquela gente mais sofrida.
ORAÇÃO Pai de amor e de bondade, que escolhestes ao longo dos tempos homens e mulheres para proclamar as maravilhas de vosso amor, servindo os pobres e abandonados. Concedei-nos, pela intercessão do Beato Pedro Donders, a paciência e a coragem de vos servir todos os dias de nossa vida. Por Cristo nosso Senhor. Amém!




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SÃO HILÁRIO DE POITIERS 13/01

SÃO HILÁRIO DE POITIERS
13/01

Hilário era francês, nasceu em 315, de família rica e pagã, recebendo educação e instrução privilegiada. Sua busca por respostas levou-o ao caminho da fé. Fez-se batizar aos trinta anos de idade, junto com a esposa e a filha, e passou a levar uma vida familiar guiada pelos preceitos cristãos.
Hilário viveu numa fase onde a Igreja sofria com a heresia ariana, uma doutrina que negava a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Com palavras e escritos, ele defendeu amorosamente a plenitude de Jesus, Homem e Deus.
Sua ação era tão bonita que povo o escolheu para ser bispo. Foi difícil aceitar o cargo, pois para isso precisava deixar de lado os cuidados com a família de sangue. Mas a fé falou mais alto e Hilário foi ordenado bispo de Poitiers, de onde lutou contra a expansão do arianismo.
Hilário foi perseguido pelos imperadores e sofreu o exílio. No Oriente, longe dos seus, aproveitou para estudar a língua grega. Corajoso, durante o exílio de cinco anos, escreveu livros contra os imperadores e contribuiu para a teologia da revelação.
De volta para a França, fez o casamento da filha e ajudou a esposa a entrar num convento. Faleceu em 367, quando passou a ser venerado como santo. Recebeu o título de doutor da Igreja.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Os Doutores da Igreja são homens e mulheres que são reverenciados pela Igreja pelo especial valor dos seus escritos, pregações e a santidade de suas vidas. Cada um deles deu uma contribuição especial e muito valiosa à fé, ao entendimento dos evangelhos, da doutrina e de Jesus.
ORAÇÃO Ó Deus, que marcastes pela vossa doutrina a vida de Santo Hilário de Poitiers, concedei-nos, por sua intercessão, que sejamos fiéis à mesma doutrina, e a proclamemos em nossas ações. Por Cristo nosso Senhor. Amém!



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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

SANTO ANTONIO MARIA PUCCI 12/01

SANTO ANTONIO MARIA PUCCI
12/01

No batismo recebeu o nome de Eustáquio Pucci. Nasceu na Itália em 1819. Aos dezoito anos, ele ingressou no convento dos Servos de Maria, onde mudou o nome para Antonio Maria. Em 1847 foi enviado como vice-pároco para a nova paróquia confiada aos servitas e, três anos depois, tornou-se o pároco, função que executou durante quarenta e oito anos, até morrer.
Dedicou-se com zelo heroico à cura espiritual e material dos seus fiéis, que o chamavam afetuosamente de "o curador". Padre Antonio Maria enfrentou duas epidemias na cidade, tratando pessoalmente dos mais doentes, pois tinha o dom da cura e do conselho.
Em 1853 fundou a congregação das Irmãs auxiliares Servas de Maria, direcionadas para a educação dos adolescentes, e criou o primeiro orfanato mariano para as crianças doentes e pobres. Além disto, introduziu outras organizações já existentes, todas dedicadas às obras de caridade que atendiam os velhos, crianças, doentes e pobres.
Depois de socorrer um doente, numa noite fria e de tempestade, contraiu uma pneumonia, que o levou à morte em 12 de janeiro de 1892.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO A vida de Santo Antonio Maria Pucci leva-nos a lembrar de nossos párocos e a rezar por eles. Não é fácil cuidar de uma paróquia e cada um de nós, que participamos de comunidades, tem que saber amar e respeitar nossos pastores, ainda que eles tenham suas fraquezas.
ORAÇÃO Querido Pai de bondade, olhai com solicitude seu povo e pela intercessão de Santo Antonio Maria Pucci, dai-nos santos pastores para nossas comunidades, que nos guiem pelos caminhos da fraternidade e da justiça. Por Cristo nosso Senhor. Amém!


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SÃO TEODÓSIO, "UM PRESENTE DE DEUS" 11/01

SÃO TEODÓSIO, "UM PRESENTE DE DEUS"
11/01

Teodósio, cujo nome significa "um presente de Deus", nasceu na Capadócia em 423, de pais ricos, nobres e cristãos. Recebeu uma boa e sólida formação dentro dos preceitos da fé católica. Um dia, lendo a história de Abraão, identificou-se com ele e decidiu sair de sua terra em busca de Deus. Peregrinou para a terra santa.
Dotado de dons especiais como da profecia, prodígio, cura e conselho, Teodósio entrou então para um convento. Mas sentia que aquela não era a sua obra, preferia a vida solitária da comunidade monástica do deserto, como era usual naquela época.
Foi habitar numa caverna. Ali entregou-se à duras penitências e orações, passando a pregar com um senso de humildade que contagiava a todos que por lá passavam. Logo começou a receber discípulos e outros monges formando uma nova comunidade religiosa.
Construiu também três hospitais e ergueu quatro igrejas, mas por causa de perseguições religiosas foi exilado pelo imperador Anastácio. Teodósio morreu com cento e cinco anos, em 529. Seu enterro foi acompanhado pelo Arcebispo de Jerusalém e inúmeras graças e prodígios foram alcançados pelo seu nome.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO São Teodósio realizou seu trabalho com muita sabedoria e humildade, e foi testemunho de uma vida santa e cheia de oração. Usou seus dias para o serviço em favor dos mais pobres, mas nunca esqueceu-se da oração, trabalho e descanso.
ORAÇÃO Deus, nosso Pai, educa-nos para o amor, para o perdão, para a paz. Saibamos vos agradecer pelas maravilhas que operais em nós. Dai-nos a fé que remove montanhas e a esperança que nos faz atravessar vales tenebrosos sem vacilar. Por Cristo nosso Senhor. Amém!




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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

SANTO ALDO 10/01

SANTO ALDO
10/01

O nome de São Aldo quase desapareceu da memória cristã. Sua biografia só conservou-se graças aos jesuítas belgas, que catalogaram os santos do norte da Europa em 1600 e incluíram Aldo entre eles.
É o único santo com este nome, que significa “ancião” ou “homem maduro”. Viveu sempre solitário porque era um ermitão. Acabou tornando-se monge, do mosteiro fundado pelo irlandês são Columbano.
Não sabemos a data e o lugar do seu nascimento, mas sabemos que viveu no século VIII. A tradição nos apresenta Aldo como um simples carvoeiro, um monge de mãos calejadas e rosto enegrecido pela fuligem das carvoarias.
Seu nome e suas atitudes são sinais de sabedoria, virtude que alcançou pelos caminhos do silêncio e da solidão, da quietude interior e exterior, da contemplação e da oração. Ele se afastava temporariamente das pessoas para dar mais espaço à oração e povoar a solidão exterior com a agradável presença de Deus.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Santo Aldo é considerado um feliz exemplo do espírito beneditino. Um santo silencioso, mas que fala diretamente às almas sem precisar de palavras, com o exemplo de sua vida retirada do mundo e inserida em Deus. A Igreja o declarou "Padroeiro dos Trabalhadores".
ORAÇÃO Senhor, Deus Pai, vem até mim, caminha comigo, segura-me pela mão. Transforma minha vida, meu modo de pensar, meu modo de agir. Que eu te ame, Senhor, acima de todas as coisas e que eu compreenda o que a Tua vontade quer para mim. Por Cristo nosso Senhor. Amém!



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SANTO ADRIANO 09/01

SANTO ADRIANO
09/01

Adriano nasceu no ano 635 no norte da África, mas com cinco anos mudou-se com a família para Nápoles. Nesta cidade fez-se beneditino e ordenou-se sacerdote.
Adriano foi um homem sábio. Conhecia profundamente as Sagradas Escrituras. Sua inteligência o direcionou para ser embaixador do Papa Vitalino e veio a ser um conselheiro papal.
Indicado para o episcopado, Adriano recusou-se, pois dizia não ter dignidade para ser um bispo da Igreja. Mesmo assim, aceitou ser conselheiro do Bispo Teodoro, um grande amigo que ocupou a sede da diocese de Cantuária, na Inglaterra. Adriano e Teodoro foram evangelizadores altamente bem sucedidos, junto ao povo inglês cuja maioria era pagã. Adriano morreu em 9 de janeiro de 710. A sua sepultura se tornou um lugar de graças, prodígios e peregrinação.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO A vida missionária é a vocação da Igreja. Sejamos nós apóstolos da paz e da justiça, levando a todos a mensagem do Evangelho de Jesus. Que cada gesto e palavra pronunciada sejam de profundo respeito pelo próximo.
ORAÇÃO Deus de bondade, fazei de nós apóstolos da paz e dai-nos seguir sempre os caminhos do vosso filho Jesus Cristo, que vive e reina para sempre. Amém!



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sábado, 7 de janeiro de 2017

SÃO RAIMUNDO DE PEÑAFORT 07/01

SÃO RAIMUNDO DE PEÑAFORT
07/01

Raimundo era um fidalgo espanhol descendente dos reis de Aragão. Nasceu em 1175 e desde muito pequeno interessou-se pela vida religiosa e pelos estudos. Foi um ótimo professor de artes e direito e nunca deixou de cuidar das pessoas mais pobres.
Em 1220 foi ordenado sacerdote e escolhido vigário geral da diocese de Barcelona. Depois foi convocado para servir em Roma a pedido do Papa Gregório IX, do qual foi confessor cerca de oito anos. Estando ao lado do papa o exortava para que recebesse os pobres com a mesma dignidade com que acolhia os mais ricos.
Não aceitou ser ordenado bispo por considerar-se indigno do cargo. Na mesma época ajudou Pedro Nolasco, que também seria santo, a redigir as constituições da nascente Ordem das Mercês para a Redenção dos Cativos.
Com a chegada dos dominicanos em Barcelona, Raimundo volta para sua terra natal e torna-se um religioso dominicano, chegando depois a ser superior da Ordem na Espanha. Neste cargo foi zeloso e amigo de todos seus súditos.
Por inspiração, aos setenta anos, Raimundo voltou ao ensino. Fundou dois seminários onde o ensino era dado em hebraico e árabe, para atrair judeus e mouros ao Cristianismo. Raimundo de Peñafort morreu com cem anos, em janeiro de 1275.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO Amor a Deus, preparação pessoal e zelo pelo próximo foram marcas registradas da vida de São Raimundo de Peñafort. Estes três elementos juntos são certamente a base de uma vida cristã digna e frutuosa. Que tal fazer de nossa vida uma profunda experiência de amor a Deus e aos irmãos?
ORAÇÃO Senhor, que destes a São Raimundo de Peñafort a virtude de uma admirável misericórdia para com os pecadores e os prisioneiros, dignai-vos, por sua intercessão, quebrar as cadeias dos nossos pecados para podermos cumprir livremente a vossa vontade. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

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SÃO CARLO DE SEZZE 06/01

SÃO CARLO DE SEZZE
06/01

Carlo era um frei franciscano repleto do Espírito de Deus. Trabalhava como cozinheiro, porteiro e jardineiro. Padres, leigos, religiosos e religiosas o procuravam para pedir conselhos.
Nasceu em 22 de outubro de 1613, em Sezze, Itália. Sua família tinha muitas posses, mas o jovem não se interessava pelos bens materiais. Com 22 anos entrou num convento franciscano. Sua simplicidade era tanta que, mesmo com a insistência dos familiares, não quis ordenar-se sacerdote.
Mas a graça de Deus concedeu a Carlo o dom de ouvir e aconselhar as pessoas. Embora Carlo cuidasse apenas da horta e da cozinha do convento, sempre acontecia ser enviado para outras cidades para que pudesse aconselhar bispos e cardeais.
Frei Carlo tinha pouca instrução, mas escrevia belíssimas páginas espirituais e autobiográficas, numa gramática acidentada, porém, eficiente. Faleceu em 6 de janeiro de 1670, no Convento de São Francisco, na cidade de Roma.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

 REFLEXÃO A vida cristã floresce entre os mais humildes e pequeninos. Nestes o Evangelho de Jesus se torna vivo e consegue transformar os corações. Na vida de são Carlo encontramos o testemunho seguro de que a união com Cristo é o bem maior que possuímos. Abramos mão das seguranças do mundo e repousemos nossa cabeça no colo de Deus.
ORAÇÃO Deus, Pai e Senhor das criaturas, derramai sobre nós suas bênçãos e dai-nos, pela intercessão de São Carlo, encontrar-te nas coisas mais simples da vida. Por Cristo nosso Senhor. Amém!


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