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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Orientações do Catecismo da Igreja Católica para ler corretamente as Sagradas Escrituras


Orientações do Catecismo da Igreja Católica para ler
 corretamente as Sagradas Escrituras







Tambem o Catecismo da Igreja Católica nos faz algumas ressalvas importantes, 
deixando-nos parâmetros interessantes para que possamos ter um bom
 entendimento da Palavra. Ao lermos um trecho bíblico, devemos sempre observar:

1. Sentido Literal - É o sentido significado pelas palavras da Escritura e descoberto 

pela exegese que segue as regras da correta interpretação.

2. Sentido alegórico – É aquilo que vemos no texto, que nos permita entender o

 significado daquele texto, em Cristo. Por exemplo: A travessia do Mar Vermelho
 é um sinal da vitória de Cristo, e também do Batismo. Não é apenas um milagre. 
Mas é algo mais significativo. Outro exemplo, quando vemos o Sacrifício de Isaac
 vemos que no fim das contas, seu Pai sacrifica um cordeiro. Esse cordeiro, é uma
alusão a Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus.

3. Sentido moral - Os acontecimentos que encontramos na Palavra, tem um

 senso moral. Nos ensinam como devemos agir. Nos levam a uma atitude. 
Nos instruem.

4. Sentido anagógico – Toda a palavra de Deus, tem um senso que nos 

conduz ao eterno. A palavra de Deus nos conduz ao céu.

Portanto a Igreja nos ensina que, não podemos apenas pegar um único 

versículo e sair dando uma interpretação exclusivamente pessoal a ela. 
Precisamos pelo menos ler o trecho todo. Entender o contexto da palavra. 
É preciso saber também o contexto histórico, tanto que se você tiver uma
bíblia católica, você vai perceber que antes de cada livro, a bíblia traz o resumo 
do mesmo, mostrando emque época da história aquele livro foi escrito, como 
se vivia naquele tempo, e tantas outras informações. Precisamos ter muito
 cuidado ao interpretar a palavra de Deus.

A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura , constituem um só depósito da 

palavra de Deus confiado à Igreja. O ofício de interpretar autenticamente a
palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério 
vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo…
(Dei Verbum)



A Sagrada Escritura nos leva à salvação


A Sagrada Escritura nos leva à salvação


postado originalmente por http://www.catequisar.com.br/


Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 3,14-17: 

"Quanto a você, permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como certo; 

você sabe de quem o aprendeu. Desde a infância você conhece as Sagradas 
Escrituras; elas têm o poder de lhe comunicar a sabedoria que conduz à salvação
 pela fé em Jesus Cristo. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar,
 para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus 
seja perfeito, preparado para toda boa obra." 


Nós somos de Deus. Guarde isso no seu coração, no mais íntimo do seu ser,
 para que a tentação não apague isso da sua memória, porque, diante das
 tentações e de muitos pecados, todos correm o risco de esquecer que são do
 Senhor. Lembre-se: você é de Deus e pertence a Ele. A mão d'Ele está sobre 
você para protegê-lo e guia-lo em todo momento da sua vida. 

Veja o que diz a Palavra: "Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar,
 para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus 
seja perfeito, preparado para toda boa obra". O que capacita e prepara você para
 fazer bem tudo o que há para ser feito é a Palavra de Deus.

Diz o Senhor: "Quanto a você, permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como
 certo; você sabe de quem o aprendeu". Nós só aceitamos como verdade aquilo que 
damos fé. Para termos fé, precisamos ouvir e aprender, e ninguém aprende sozinho.

Então, se você quer crer em algo mais, você precisa aprender e, para aprender sobre
 as coisas de Deus, você precisa buscar a Sagrada Escritura. Sua fé só aumenta à medida
 que você ouve o Senhor.

Nós temos mais contato com Deus e crescemos na nossa fé a partir do momento 
que aprendemos com a Sagrada Escritura e com o que a Igreja nos ensina pela tradição. 
Quando recebemos esses conhecimentos, podemos aplicá-los na nossa vida.

Um exemplo que muitos não conhecem é a respeito dos dons espirituais. Muitas pessoas
 tomam conhecimento de que existe um dom carismático de orar pela cura dos enfermos 
depois de muitos anos de católico. Esse dom é uma força sobrenatural que Deus concede 
a algumas pessoas, capaz de modificar realidades que muitos desconhecem. 

Se isso pertence à Igreja, por que muitos não experimentam esses dons? Porque 
para colocarmos algo em prática, primeiro precisamos conhecer, saber que existe 
e que está ao nosso alcance pela fé. Depois que tomamos conhecimento desses 
dons, por meio da Palavra, fazemos uma experiência maravilhosa do carisma. 

Para tomarmos posse dessa graça, precisamos conhecê-la, saber que ela existe,
aprender para crer nela e depois experimentá-la. 

A oração, no cotidiano, já é uma bênção, mas se as pessoas soubessem o tamanho 
do seu poder, ninguém acharia pouco rezar. Quando descobrimos a força da oração, 
nós nos apaixonamos pelo que Deus realiza por meio dela e fazemos da nossa
 vida uma oração constante. 

A oração pode tudo e o seu poder nos é revelado por meio da Sagrada Escritura. 
Muitas pessoas, hoje, encontram-se perdidas por não conhecerem Deus. Mas 
onde é que esse conhecimento que pode nos salvar é adquirido? Em casa. É
 desde pequeno que precisamos colocar a Palavra do Senhor no coração dos 
nossos filhos. Em todos os momentos precisamos plantar a semente da Palavra
 de Deus no coração dos nossos filhos. 

Se você quer ensinar a seu filho verdades que salvam, mas não sabe por onde 
começar, é só você se ater aos 10 Mandamentos, ao Creio e ao Pai Nosso. É ai 
que está a sua fé. Quando a Palavra do Senhor diz que os Seus filhos se perdem 
por falta de conhecimento, é por falta dessas verdades. E olha o que diz a Palavra: 
"Desde a infância, você conhece as Sagradas Escrituras. Elas têm o poder de lhe 
comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Jesus Cristo."

É um poder sobrenatural que vem de Deus o que a Sagrada Escritura traz para
 lhe proporcionar sabedoria. É um saber eficaz que salva a pessoa e a leva à vida.
 Quem evangeliza a pessoa que ama está colocando nela uma Palavra que vai salvá-la.

A Palavra de Deus é uma semente que faz brotar a fé em Jesus. Quando plantamos 
essa semente no coração de alguém, colocamos ali um poder divino que a levara à 
fé e à salvação. E essa palavra, que é uma semente, cabe em todos os momentos e 
serve para tudo. 

A Sagrada Escritura inteira serve para todos os momentos, ela é útil para ensinar, 
repreender, corrigir e formar na justiça. Toda Palavra é inspirada por Deus e serve
 para ensinar, argumentar, corrigir e educar conforme a justiça.

Muitos dizem que não sabem como educar seus filhos; o segredo está na Palavra 
de Deus, ela tem tudo para formar. E para a pessoa que já caminha com o Senhor, 
recorrer à Sagrada Escritura a torna perfeita.

Você quer se aperfeiçoar? Recorra à Palavra de Deus, ela é útil para tudo, vale a 
pena dar espaço a ela na sua vida. 






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postado originalmente por http://www.catequisar.com.br/


Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova
Transcrição e adaptação: Débora Ferreira - See more at: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/biblia/geral/28.htm#sthash.a381pgmJ.dpuf

Por que ler os Evangelhos bíblicos?


Por que ler os Evangelhos bíblicos?
postado por http://www.catequisar.com.br/








A Bíblia é palavra inspirada. É Deus que se revela aos homens. E em 
contrapartida, é necessário a fé de quem a lê. É preciso a adesão da
 fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça 
sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que esta 
fé exista é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo que nos direciona
 a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.

Já nos ensinou São Jerônimo: "Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo"
 Não podemos ignorar Jesus. Temos que contar com o Espírito Santo
 que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho
do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com Ele, 
é ouvir o Seu convite: "Vem e segue-me!"

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. 
Toda a Bíblia é Revelação de Deus. O Antigo Testamento e o Novo 
Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm 
um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus e todos
 os outros livros se convergem para o centro que é o Cristo.

Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação 
Divina: Ninguém ignora que entre todas as Escrituras, mesmo do Novo 
Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal 
testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso salvador.

É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge
 para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente.
 É importante ler estes livros para percebermos vários aspectos da vida 
de Jesus. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas 
características próprias e vistos em conjunto nos ajudam a conhecer e 
seguir Jesus.

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar
 a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo.
Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos 
quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo
 se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida.
 O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de
 Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a
 todos. E por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma
literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.

Conhecer Jesus, saber seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação 
aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos
 pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir 
compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada 
um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os 
com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja 
de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja,
 sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

postado por http://www.catequisar.com.br/
Denis Duarte

Denis Duarte é especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
Professor da Faculdade Canção Nova e do Instituto de Teologia Bento XVI.
www.denisduarte.com
- See more at: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/biblia/geral/30.htm#sthash.3XqQMMps.dpuf

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus


01JAN

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus


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Solenidade de Santa Maria Mãe de DeusA Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus

Oitavas de Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que graça para nós começarmos o primeiro dia do ano contemplando este mistério da encarnação que fez da Virgem Maria a Mãe de Deus!
Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios, em 325 o Concílio de Nicéia, e em 381 o de Constantinopla. Estes dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
No mesmo século, século IV, já ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
No terceiro Concílio Ecumênico em 431, foi declarado Santa Maria a Mãe de Deus. Muitos não compreendiam, até pessoas de igreja como Nestório, patriarca de Constantinopla, ensinava de maneira errada que no mistério de Cristo existiam duas pessoas: uma divina e uma humana; mas não é isso que testemunha a Sagrada Escritura. porque Jesus Cristo é verdadeiro Deus em duas naturezas e não duas pessoas, uma natureza humana e outra divina; e a Santíssima Virgem é Mãe de Deus.


http://santo.cancaonova.com/

Significados do Manto Nossa Senhora de Guadalupe

Significados do Manto Nossa Senhora de Guadalupe

A imagem da Morenita, como é chamada Nossa Senhora pelos mexicanos, assombrosa e inexplicavelmente se conserva em excelente estado, numa tela grosseira, como de estopa, e tão alta rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da igreja.
Nisto podemos ver a mão de Deus, pois tal imagem não foi pintada por mãos humanas, e, ainda hoje, continua exposta no santuário construído no monte Tepeyac, conquistando corações mexicanos e de inúmeras nacionalidades que chegam com seus pedidos e agradecimentos.
Vejamos, portanto, o seu significado: partindo dos seus rasgos, passando pela simbologia indígena e chegando aos fenômenos que podem ser comprovados cientificamente, a Virgem de Guadalupe é sem dúvida uma aparição “dita sobrenatural”.
Podemos dizer que a imagem do sagrado manto é um cacho de símbolos, que reflete a identidade espiritual o cristão latino-americano; para compreender melhor esta explicação, sugerimos ter em mãos uma imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.
O seu rosto moreno: representa a cor mestiça do povo nascente, tanto em relação à sua pele, quanto à cultura.
A túnica vermelho-palida: antes, a cor do deus sol asteca, do sangue e da vida, e agora, a cor do Sangue do verdadeiro Redentor Jesus Cristo.
O manto verde-azulado: antes, a cor dos imperadores astecas, e agora, a cor da imperatriz do mundo; cor que sintetiza o deus dos índios o deus-dois, masculino e feminino, e agora, cor da Mãe do Deus-homem.
Sol envolvendo a Virgem: simboliza a divindade do sol, eclipsada pela mãe de Deus e a seu serviço.
Lua sob os pés e estrelas no manto: é a reconciliação de toda a natureza: do sol, da lua e das estrelas, depois de um longo conflito cósmico, como contam os mitos astecas.
Anjo sob a Virgem: é o anunciador de um novo sol, o Sol da Justiça, Cristo, inaugurando assim uma nova era: a da fé e da graça.
As duas cruzes: a cristã, no pescoço, e a cruz solar indígena, sobre o ventre, simbolizando a harmonia da religião asteca com a fé cristã.
Outro dado interessante a destacar é que vários cientistas, ao fotografarem os olhos de Nossa Senhora, encontraram misteriosamente num deles a cena onde o índio João Diego se apresenta diante do bispo, caindo as rosas do manto e aparecendo a imagem impressa nela.
Podemos ver como a totalidade da preciosa imagem, sua própria pessoa, é diálogo e mistura de etnias e humanidades diferentes. Ela reza de mãos juntas, do modo dos espanhóis, mas também quase iniciando uma dança, que é para os índios a máxima forma de reverenciar a Deus, seu rosto é mistura de raças, e, revelando-se mãe de todos, assume a cor de seus filhos mais necessitados.
De olhos negros e pele morena, ao mesmo tempo em que consola, nos desafia a sermos colaboradores na tarefa evangelizadora. Rosto amável que, com seu misericordioso olhar, delicado e profundo, continua nos provocando a trabalhar pela construção de um mundo novo, repleto de paz, respeito e amor. 
DETALHES DOS OLHOS:
O tamanho tão pequeno das córneas na imagem, cerca de 7mm a 8mm, descartam a possibilidade das figuras dos reflexos terem sido pintadas sobre os olhos. Devemos também ter em conta que o tecido, feito de fibras de Maguey, sobre qual a imagem foi estampada, é extremamente rudimentar e apresenta poros e falhas na costura, por vezes, maiores que os das córneas da imagem. Se com a tecnologia de que dispomos hoje é impossível criar ou reproduzir uma figura com tanta riqueza de detalhes, imagine para um artista no ano de 1531.
Os estudos dos olhos da Virgem de Guadalupe resultaram na descoberta de 13 pequenas imagens. Mas a surpresa não para por aí.
Primeiramente ampliou-se 1 mm da imagem 2.500 vezes. Um destes pontinhos microscópicos corresponde à pupila do Bispo Zumárraga (Que está por inteiro na pupila da Virgem) e foram ampliadas outras 1.000 vezes. Nela encontra-se novamente a imagem de Juan Diego mostrando o poncho com a imagem da Virgem de Guadalupe.
A imagem de (4)Juan Diego aparece duas vezes. Uma nos olhos da Virgem e outra nos olhos do Bispo que está nos olhos da Virgem.
Existe uma hipótese que diz que estas 13 figuras querem trazer uma mensagem da Virgem de Guadalupe para humanidade: que perante Deus, os homens e mulheres de todas as raças são iguais. Na opinião do doutor Aste, as figuras de 7 a 13 (grupo familiar indígena) são as mais importantes, pois estão no centro dos olhos, o que significa que a família é o centro do olhar compassivo de Maria. Poderia ser um convite da Virgem de Guadalupe a nos aproximarmos de Deus em família, especialmente nestes tempos em que está sendo tão desprezada e atacada.
O Dr. Aste, afirma que quando São Juan Diego foi recebido pelo (2) Bispo Zumárraga, a Virgem Maria estava presente; invisível, mas observando toda cena. Isto explica porque estão refletidas em seus olhos as imagens presentes. Quando São Juan Diego abriu o poncho e caíram as rosas, a imagem estampou-se, e em seus olhos levava o reflexo de todas as pessoas que testemunharam o milagre. Desta maneira, Deus quis nos deixar uma “fotografia” desta impressão milagrosa.

As Estrelas do Manto

12 de dezembro – Solstício de inverno
Na terça-feira, 12 de dezembro de 1531 de nosso calendário (Calendário Juliano), ou 22 de dezembro do Calendário Astronômico dos indígenas, aconteceu à aparição da Virgem de Guadalupe no poncho de São Juan Diego. Na manhã deste mesmo dia, ocorreu o solstício de inverno que para as culturas pré-hispânicas significativa o sol moribundo que recobra vigor e retorna à vida.
12 de dezembro de 1531, pela manhã do solstício de inverno
Para os indígenas, o solstício de inverno era o dia mais importante de seu calendário religioso. O sol vencia as trevas e ressurgia vitorioso. Não é coincidência que a Virgem tenha apresentado seu Filho justamente neste dia, ficando claro para os índios que aquele que ela trazia em seu seio era o verdadeiro Deus.
Fonte: Revista Milicia da Imaculada – Maio/2011
Visite o site da Milicia da Imaculada:  http://www.miliciadaimaculada.org.br

Nossa Senhora Mãe da Providência

26/02/2014 07:37

Nossa Senhora Mãe da Providência – origem e significado da devoção 


26/02/2014 07:37Nossa Senhora Mãe da Providência – origem e significado da devoção / Arqrio
Como se sabe, Dom Orani recebeu do Papa Francisco a indicação de uma igreja em Roma. Trata-se da igreja de Santa Maria, Mãe da Providência, sede da paróquia do mesmo nome, localizada na região romana conhecida como bairro gianocolense ou Monte Verde.
Todo cardeal, ao ser nomeado, recebe do Papa uma igreja da diocese de Roma para cuidar. Este antigo costume tem sua explicação no fato de que um cardeal se associa muito diretamente à atividade pastoral do Bispo de Roma.
Dom Orani não assumirá as responsabilidades de pároco daquela paróquia. Lá existe um pároco, que vai continuar seu grande trabalho. A nós, cariocas, cabe permanecer rezando por Dom Orani, tanto nas atividades que já desempenha quanto naquelas que vai desempenhar a partir de agora, de acordo com as necessidades de toda a Igreja.
Mãe da Providência
Tanto na oração quanto nas atitudes do dia-a-dia, cabe-nos acolher tudo que Deus vai nos falando através dos diversos acontecimentos. Um deles, sem dúvida, é a indicação da igreja Santa Maria Mãe da Providência. Em primeiro lugar, estamos, mais uma vez, diante da Virgem Maria, aquela à qual Dom Orani, em sua Carta Pastoral, manifestou seu profundo amor, desejando que imitemos a Virgem Maria no amor a Deus e ao próximo [1]. Nós, cariocas, que tanto amor temos pela Virgem Maria, com tantas igrejas a ela dedicadas, saberemos aumentar ainda mais nosso amor pela Mãe do Salvador.
Em segundo lugar, trata-se de um título bem específico: Mãe da Providência. Sabemos que vários são os títulos atribuídos à Virgem Maria, pois, nela, encontramos a materna intercessão e todas as virtudes cristãs. Cada título, porém, manifesta uma particularidade a qual somos convidados a meditar.
A história da devoção
O título Mãe da Providência está ligado aos padres barnabitas. Esta congregação foi fundada , em 1530, por Santo Antonio Maria Zaccaria. No início do século XVII, estes padres se viram às voltas com as obras para reforma de uma área de Roma, obra que implicava a demolição de uma igreja e a necessidade de se construir outra. Os padres começaram, então, o trabalho de construção de uma nova igreja, desta vez dedicada a São Carlos Borromeu. Como acontece na maioria das vezes, os recursos para a construção da nova igreja começaram a diminuir.
Acontece que as obras para a demolição da primeira igreja levaram consigo um bonito afresco da Virgem Maria. Por maiores que tivessem sido os esforços dos padres barnabitas, não se conseguiu salvar aquela obra de arte. Os afrescos são pinturas feitas diretamente sobre o gesso ou a argamassa. Não são quadros que se pode remover sempre que necessário. Por isso, precisam de maior atenção e cuidado, nem sempre se conseguindo preservar.
Diante da perda, o arquiteto responsável pelas obras de demolição doou um quadro da Virgem Maria, segurando nos braços um menino. Comparado ao antigo afresco, o quadro era pequeno. Media apenas 54 X 42 cm. Foi inicialmente colocado numa capela dentro da casa. Não tinha sequer um nome. Sabia-se apenas que era mais um quadro apresentando a Virgem Maria com o Menino Jesus nos braços. A peculiaridade ficava por conta das auréolas, aqueles círculos brancos ou brilhantes ao redor da cabeça, indicando a santidade. No quadro, apenas a Virgem Maria apresentava auréola. O Menino Jesus não a tinha. Não se sabe bem os motivos pelos quais o Menino Jesus não apresentava auréola. Sabe-se que o quadro é de Scipione Pulzone, pintor que viveu entre 1550 e 1598. Suas obras retratam a mentalidade da época, o Renascimento.
No século XVIII, uma réplica do quadro foi colocada em local de maior visibilidade, acrescentando-se uma identificação ao mesmo. Informava-se aos passantes que se tratava de Maria, Mãe da Divina Providência. Conta a história que, em pouco tempo, o corredor tornara-se pequeno diante do número de peregrinos que ali compareciam para rezar. Os padres barnabitas optaram por transformar o local em uma capela. Criou-se um grupo de devotos, na época chamados de Arquiconfraria. Em 1888, a imagem foi coroada, oficializando-se, deste modo, a devoção à Virgem Mãe da Providência.
 A Providência Divina
Este termo, Providência, está diretamente ligado à ação de Deus junto à humanidade. Refere-se ao reconhecimento de que nunca estamos abandonados. Deus sempre cuida de nós, fazendo-o por caminhos que não imaginamos e do jeito que nem podemos vislumbrar. Quando olhamos a história do surgimento da devoção, deparamo-nos com uma igreja demolida, uma obra de arte não preservada, um pequeno quadro oferecido em substituição e as dificuldades para a construção da nova igreja. Estes fatos nos remetem a toda a nossa vida, tão marcada por alegrias, mas também por dificuldades. Por isso, também nós hoje somos convidados a manifestar a mesma atitude: sempre confiar em Deus. Nesse sentido, confiança e providência se aproximam bastante.
O importante é não imaginar a providência divina como ação automática de Deus, do modo como queremos e quando queremos. Confiar não significa obrigar Deus a agir como achamos que Ele deve agir. Confiar tem uma boa dose de entrega. É como a criança que, mesmo não entendendo situações que acontecem à sua volta, confia nos pais porque sabe que eles a amam. Confiamos em Deus, sabemos que não estamos sozinhos porque Deus nos ama. “Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Único para que todo aquele que nele crer não pereça, mas possua a vida eterna” (Jo 3,16).
A Deus ninguém obriga. Esta é uma ilusão tão combatida ao longo de toda a Bíblia. Em Deus, nós confiamos e acolhemos seu amor, sua providência, do modo como este amor, ou seja, esta providência, se manifesta. Se, nem sempre, as coisas acontecem do modo como queremos, nunca podemos deixar de confiar no amor Deus. Ele nem sempre nos dá o que queremos ou achamos que precisamos. Ele sempre nos dá o que Ele sabe que é bom para nós.
A devoção a N. S. Mãe da Divina Providência surgiu num tempo de grandes transformações. Era o Renascimento. Hoje, estamos num tempo parecido. Tudo está mudando tanto [2]. Não podemos desistir do amor de Deus. Não podemos deixar de confiar no Deus de Amor. “O amor de Deus - lembra-nos D. Orani - é condição de paz e felicidade. ... Quem já o descobriu e acolheu é chamado a transmiti-lo por gestos e palavras”
http://arqrio.org/

Nossa Senhora: por que ela possui tantos nomes?

Nossa Senhora: por que ela possui tantos nomes?

A Mãe de Jesus só tem um nome: Maria (em hebraico: Miriam). É como apontara São Lucas ao narrar a aparição do arcanjo Gabriel para anunciar a escolha da Mãe do Salvador: "e o nome da Virgem era MARIA" (Lc 1, 27). Todas as outras denominações com que veneramos Nossa Senhora, não são nomes, mas títulos.
A Virgem Maria, como a mais sublime de todas as criaturas de Deus, e também pela sua excelsa posição, possui muitíssimos títulos. Tudo isso faz parte do cumprimento da profecia que encontramos no Evangelho de Lucas 1, 48: “E todas as gerações me proclamarão bem-aventurada”.
Os títulos dados à Virgem podem ser classificados em pelo menos quatro espécies, a saber:
. Devido a seus privilégios, que revelam sua pessoa e missão: Nossa Senhora da Imaculada Conceição – porque fora concebida sem mancha do pecado original; Nossa Senhora Mãe de Deus - porque concebeu Nosso Senhor através do poder do Espírito Santo; Nossa Senhora da Assunção - porque, sendo isenta de pecado e por ser mãe de Deus, foi elevada ao céu em corpo e alma.
. Devido a fatos históricos em sua vida: Nossa Senhora de Nazaré, Nossa Senhora de Belém, Nossa Senhora da Anunciação, Nossa Senhora da Visitação.
. Devido às virtudes com que foi adornada: Nossa Senhora Rainha da Fé; Nossa Senhora do Bom Conselho.
. Devido aos lugares onde ela é honrada conforme suas aparições ou outras intervenções:Nossa Senhora de Fátima; Nossa Senhora Aparecida; Nossa Senhora da Vitória, Nossa Senhora de Guadalupe.
São centenas os títulos pelos quais Maria é invocada, venerada e amada. Entretanto, tornar-se imprescindível esclarecer que esses títulos se referem à mesma pessoa, porque só há uma Nossa Senhora, Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe.
A grandeza de Maria, Mãe de Deus e da Igreja, justifica, plenamente, a existência de tantos títulos. Os mesmos são expressões de amor e carinho. Expressões com as quais queremos homenagear nossa Mãe espiritual. Expressões que, de certa forma, nos aproximam da humanidade da Mãe de Jesus. 
Adaptado de:
http://www.portalcatolico.org.br 
http://www.doutrinacatolica.com/modules/news/article.php?storyid=1571

História de Sagrada Família

História de Sagrada Família

Sagrada Família
 http://www.cruzterrasanta.com.br/
Sagrada Família é a devoção à família de Jesus de Nazaré composta por Jesus, Maria e José. A sua festa é celebrada no primeiro domingo após o Natal.

História da devoção à Sagrada Família

A devoção à Sagrada Família começou a ter grande popularidade no século XVII, quando os cristãos começaram a prestar atenção ao fato de que Jesus, o Filho de Deus, desceu do céu e se fez homem dentro de uma família. Ele nasceu numa família comum. Seus pais eram pessoas comuns, simples, trabalhadores, como tantas famílias espalhadas pelo mundo.
Maria, uma dona de casa, José um carpinteiro e Jesus, um filho exemplar e obediente. Uma família feliz e simples. Depois que os cristãos descobriram esta riqueza maravilhosa, a devoção foi se propagando com velocidade pela Europa e, mais tarde, pelo continente americano, tanto do norte quanto do sul. A festa da Sagrada Família foi instituída pelo papa Leão XIII, em 1883. Depois disso, foi estendida pelo papa Bento XV a toda a Igreja.

Modelo para toda família

Toda família é chamada a imitar as virtudes da Sagrada Família. A Sagrada Família vive por Deus e para Deus. O seu projeto é sempre fazer a vontade de Deus. A sagrada Família é a própria escola de todas as virtudes.
O Papa Leão XIII escreveu: Os pais de família têm em São José um modelo admirável de vigilância e solicitude paterna; as mães podem admirar na Virgem Santíssima um exemplo insigne de amor, de respeito e de submissão; os filhos têm em Jesus, submisso a seus pais, um exemplo divino de obediência.

Imagem da Sagrada Família

As cenas da Sagrada Família são das mais representadas nas artes, principalmente na pintura com as cenas da natividade e da fuga para o Egito. A devoção se espalhou pelo mundo inteiro, pois Maria Santíssima e São José são os maiores exemplos de união, obediência e temor a Deus.

Devoção a Sagrada Família

O papa Leão XIII disse: Quando Jesus, Maria e José são invocados em casa, é propícia a manutenção da caridade na família através do seu exemplo e trato celestial; assim, uma boa influência é exercida sobre a conduta dos membros da família; da mesma forma, a prática da virtude é incitada; e, desse modo, as dificuldades que por toda parte querem atormentar a raça humana, serão mitigadas e tornadas mais fáceis de suportar.


Maria Santíssima na Sagrada Família

Como mulher temente a Deus, sempre disse Sim: Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra. (Lc.1,38). Acompanhando seu Filho por toda a história da nossa Salvação, Maria nos dá todos os exemplos de como seguir Jesus para chegar a Deus.
Viveu toda a sua vida dedicada a Jesus, ajudando a prepará-lo para tudo o que tinha que viver e sofrer. Estava presente no primeiro milagre nas Bodas de Caná, onde deu uma recomendação que serve para todo cristão: fazei tudo o que Ele vos disser.  Esse pedido de Maria continua vivo até hoje. Que sigamos Jesus para a nossa Salvação.
Maria estava presente no início da Igreja, após a Ascenção de Jesus e continua até os dias de hoje, levando  todos para oSagrado Coração de Jesus. Maria disse em Fátima que quer a Salvação de todos. Maria guardava tudo em seu coração, e Jesus crescia em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens. (Luc 2.41-52).

São José na Sagrada Família

Homem justo, conforme Mateus 1:19, pai e esposo fiel, carpinteiro, trabalhador, obediente aos pedidos e ordens de Deus. Um Anjo apareceu a São José e disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por tua mulher, porque o que dela vai nascer é obra do Espírito Santo de Deus. (Mat 1,20)
Foi sempre o defensor de Maria e Jesus, e com o trabalho simples de carpinteiro dava sustento para a Sagrada Família. Quando Herodes quis matar Jesus, José recebeu uma ordem de Deus para fugir para o Egito para proteger Jesus, e ele obedeceu.
Trabalhador, humilde, santo, escolhido por Deus para o maior compromisso de todos, que foi dar sustento para a Sagrada Família. Homem de Deus, homem puro que respeitou a virgindade de Maria, segundo os desígnios de Deus. Exemplo de vida dedicada a Deus.

Jesus Cristo na Sagrada Família

O Filho de Deus, o Verbo Eterno que se fez carne e habitou entre nós. A prova maior do amor de Deus por nós, como dizSão Paulo: Ele aniquilou-se a si mesmo deixando sua condição divina e assumindo a condição humana.
Jesus viveu uma vida comum, ordinária e oculta até se manifestar ao mundo. Foi obediente a seus pais, um filho exemplar como nos disse o evangelista Lucas. Ele viveu como filho, humano. Precisou da ternura, do cuidado e do carinho de seus pais. Durante a maior parte de sua vida terrena, Jesus viveu numa família humana comum, a Sagrada Família de Nazaré!

Oração à Sagrada Família

Ó Maria, Mãe de Jesus, avós dirijo, com profunda fé e grande devoção, a minha súplica:
Abençoai meu marido, minha esposa, meus filhos, e alcançai para eles a proteção dos Santos.
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós.
São José pai adotivo de Jesus, rogai por nós.
Santo Anjo da Guarda, rogai por nós.
Santa Maria Madalena, rogai por nós.
Santo Agostinho, rogai por nós.
Santa Mônica, rogai por nós.
Todos os Santos e, Santas do Céu, rogai por nós.
Jesus, Filho, ouvi-nos.
Jesus, filho, atendei-nos.
Virgem Santíssima, daí a toda a minha família a paz, harmonia, amizade, amor, alegria e saúde e coragem nas provações.
De coração vos peço esta graça, (fazer o pedido), e tenho a certeza de ser atendido, por vossa intercessão e pelo poder de vosso Divino filho Jesus Cristo. Amém. 
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