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quinta-feira, 16 de março de 2017

Como morreu Maria, mãe de Jesus?

Como morreu Maria, mãe de Jesus?

O que aconteceu com a mãe de Jesus no fim de sua vida: ela teve uma morte corporal como a nossa?
Desde remota época, os autores cristãos julgaram que Maria Santíssima teve um fim de vida singular; em seus sermões e em escritos apócrifos professaram a glorificação corporal de Maria, logo após a sua morte na Terra.
Eis uma das versões mais expressivas: quando se aproximava o fim da vida terrestre de Maria, houve uma grande agitação na Igreja. Maria soube de antemão que estava para deixar este mundo. Os apóstolos também foram previamente avisados, de modo que se reuniram em Jerusalém. Quando lá chegaram, Maria já tinha morrido; abriram o seu sepulcro, que encontraram vazio. Cristo viera buscar a alma de sua Mãe Santíssima, que a arte bizantina representa sob a forma de uma criança enfaixada. A seguir, o corpo da Santa Mãe de Deus, gloriosamente ressuscitado, também foi assumido e levado a reunir-se à respectiva alma no céu.
Glorificação em corpo e alma
Esses escritos foram fortalecendo a convicção dos cristãos de que Maria fora glorificada, em corpo e alma, logo depois da sua morte. A partir do século XI é comum professar a Assunção gloriosa de Maria. Os teólogos procuraram as bases bíblicas para fundamentar tal crença; eis o que apontam:
1. Maria é dita pelo Anjo Gabriel “cheia de graça”. Esse é quase o nome próprio da Virgem – o Anjo não a chama “Maria” (cf. Lc 1,28). Isso quer dizer que Maria nunca esteve sujeito ao império do pecado. Em consequência, não podia ficar sob o domínio da morte, que entrou no mundo através do pecado (cf. Rm 5,12). Sendo assim, é lógico dizer que ela não conheceu a deterioração da sepultura, sendo glorificada não somente em sua alma, mas também em seu corpo. Como se vê, nem a tradição nem os teólogos recusam a hipótese de Maria ter morrido; ao contrário, admitem-na. Se Cristo, o Santo de Deus, quis morrer, Maria também terá morrido.
2. A carne da mãe e a carne do filho são uma só carne. Ora, Maria é a Mãe de Jesus, que foi glorificado em corpo e alma após ter morrido. Consequentemente, deve ter tocado a Maria a mesma sorte gloriosa que tocou a seu Divino Filho.
Através dos séculos, a crença na Assunção corporal de Maria tornou-se tão comum e cara aos cristãos que muitas pessoas trazem o nome de Maria da Glória; muitas igrejas e instituições são dedicas à Assunção de Maria.
Na primeira metade do século XX, os fiéis católicos, tendo à frente seus bispos, pediram à Santa Sé a definição do dogma da Assunção de Maria. O Papa Pio XII mandou estudar o assunto e resolveu proclamar o dogma em 1º de novembro de 1950.
A justificativa para essa definição, de uma verdade de fé que não era contestada, foi a seguinte: numa época em que se vilipendia o corpo humano mediante genocídios, campos de concentração, degradação moral, afirmar a Assunção corporal de Maria é lembrar ao mundo a dignidade do corpo humano, chamado a ser templo de Espírito Santo e a ressuscitar um dia, participando da glória do céu.
É de notar que Pio XII limitou-se a definir que “a imaculada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus, encerrado o curso de sua vida terrestre, foi assumida em corpo e alma à glória celeste” (Constituição Munificentissimus). Pio XII não se referiu à morte de Maria, mas usou uma expressão bem ponderada: “Encerrado o curso de vida terrestre, foi assumida (…)”. Assim, o Papa não quis dirimir a questão: Maria Santíssima passou pela morte corporal ou não?

Morte e sepulcro em Jerusalém
Verdade é que a tradição mais antiga afirma que Maria morreu e aponta o seu sepulcro em Jerusalém, assim como o lugar em que terá morrido. Todavia autores recentes julgam que a Virgem Santíssima foi isenta da morte, de modo que teria passado diretamente da vida terrestre para a glória. Esta sentença é aceitável, mas não é a mais provável; é de crer que Maria tenha imitado seu Divino Filho também ao experimentar a morte.
Há quem pergunte: onde estão os corpos gloriosos de Jesus e Maria, se ambos já foram ressuscitados e glorificados? Em resposta, devemos dizer que não é necessário admitir um lugar ou um espaço no qual estejam contidos esses dois corpos; a filosofia ensina que um corpo é verdadeiro corpo, com suas dimensões definidas, mesmo que não esteja compreendido entre paredes ou num lugar dimensional.
Maria é, de modo especial, o modelo da Igreja. O que esta só conseguirá plenamente após a segunda vinda de Cristo, Maria o obteve logo na primeira vinda do Senhor. Por isso, o Concílio Vaticano II quis assim se pronunciar:
– “Para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores (cf. Ap 19,16) e vencedor do pecado e da morte, Maria foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo” (Lumen Gentium, nº 59);
– “A Mãe de Jesus, tal como está nos céus já glorificada em corpo e alma, é a imagem e o começo da consumação da Igreja, que só estará plena no futuro. Assim também brilha aqui na Terra como sinal de esperança segura e de conforto para o povo de Deus em peregrinação, até que chegue o dia do Senhor (cf. 2Pd 3,10)” (Lumen Gentium, nº68).
Em nossos dias, existe a tendência a empalidecer o significado da glorificação corporal de Maria, mediante a tese segundo a qual a ressurreição de todo e qualquer indivíduo se dá logo após a morte; o caso de Maria seria um entre outros pares, sem relevo especial para a Virgem Maria.
Ora essa nova concepção supõe uma antropologia errônea; supõe, sim, que não haja distinção entre corpo material e alma espiritual no homem, de modo que, quando este morre, morre por completo, não ficando a alma imortal a sobreviver sem corpo. Por isso, tal premissa antropológica leva a concluir que a ressurreição deve ocorrer logo após a morte do indivíduo, para que não haja um hiato entre a respectiva morte a ressurreição.
Na verdade, porém, corpo e alma distinguem-se no homem, como se distinguem entre si matéria e espírito; o corpo está sujeito à dissolução no sepulcro, ao passo que a alma, sendo espiritual, é por si mesma dotada de imortalidade; ela subsiste sem corpo até o dia da segunda vinda de Cristo, quando se dará a ressurreição da carne e a recomposição do ser humano psicossomático.
A fim de evitar a propagação de falsas concepções, a Congregação para a Doutrina da Fé emitiu uma Instrução em 17 de maio de 1979, em que declara: “A Igreja, em conformidade com a Sagrada Escritura, espera a gloriosa manifestação do Nosso Senhor Jesus Cristo, que ela considera como distinta e diferida em relação àquela condição própria do homem, imediatamente após a morte. A Igreja, ao expor a sua doutrina sobre a sorte do homem após a morte, exclui qualquer explicação que tire o sentido à Assunção de Nossa Senhora naquilo que ela tem de único, ou seja, o fato de ser a glorificação corporal da Virgem Santíssima uma antecipação da glorificação que está destinada a todos os outros eleitos” (nºs 5 e 6);
Os fundamentos bíblicos para a ressurreição de todos os homens (executada a Virgem Santíssima) no fim dos tempos, são os seguintes:
– Jo 6,44: “Eu o ressuscitarei no último dia”, diz o Senhor;
– 1Cor 15,22s: “Como em Adão todos morrem, assim em Cristo todos serão vivificados. Cada qual, porém, na sua própria categoria: como primícias, Cristo; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião de sua vinda (parusia)”;
– 1Ts 4,16s: “Pois o Senhor mesmo, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, descerá do céu. E então ressuscitarão, em primeiro lugar, os que morreram em Cristo; depois, nós, os vivos, que ainda estivermos em vida, seremos arrebatados, junto com eles, sobre as nuvens, ao encontro do Senhor, nos ares”.
Eis o que podemos dizer à guisa de aprofundamento da prerrogativa mariana da Assunção corporal. Em suma, ela decorre da Maternidade Divina, que é o privilégio básico de Maria Santíssima. Com efeito, porque devia ser Mãe de Deus feito homem, Maria foi preservada de todo pecado, até mesmo do pecado original (por aplicação antecipada dos méritos de Cristo). E, se foi isenta de todo pecado, Maria não podia ficar sob o império da morte no sepulcro, já que a morte foi introduzida no mundo pelo pecado (cf. Rm 5,12).
D. Estêvão Tavares Bettencourt, O.S.B



http://cleofas.com.br/como-morreu-maria-mae-de-jesus/

sábado, 14 de janeiro de 2017

A verdade sobre o Cristo que anunciamos


A verdade sobre o Cristo que anunciamos


Fazer uma oração inicial.
Ler Lc 1,26-37
Depois de lido o Evangelho, ler o seguinte texto:
Devemos anunciar claramente a encarnação de Jesus: Ele assumiu a nossa carne e viveu em nosso mundo. Possuia uma vida divina e uma vida humana e histórica.
Jesus de Nazaré participou da vida, das esperanças e das angústias de seu povo. Este mesmo Jesus é o Cristo que a nossa fé crê, anuncia e celebra.
Em Jesus, o Pai realizou o seu reino. Jesus é o fundador da igreja. Ele permanece vivo, presente atualmente em nossa história e na Igreja.
Pela fé conhecemos a Jesus. Pelo amor, O seguimos. O Espírito Santo, presente em nosso coração, nos faz capaz de imitar Jesus, O Senhor e Salvador.
Não somos nós que amamos a Deus primeiro. É Deus quem nos amou primeiro. Ele nos criou para participarmos dessa divina comunidade de Amor, formada pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo (Ef 1,3-6).
Muitas vezes recusamos o amor de Deus. Em vez de adorarmos o Deus verdadeiro, adoramos ídolos: adoramos nós mesmos, as nossas obras, as coisas do mundo, o computador, a televisão, etc... Assim destruímos a convivência fraterna. Fazemos entrar no mundo do mal, da morte, da violência, do ódio, do medo. O mundo nos faz experimentar a força do pecado.
Deus Pai, porém, não nos abandona em poder da opressão. Ele sempre nos convida a viver em comunhão com Ele, como mostra a Bíblia através da história de Abraão e da missão do povo de Israel; da história de Moisés, da libertação do povo que vivia como escravo no Egito e do pacto firmado no Monte Sinai da história de Davi e seu reino, do exílio na Babilônia e do retorno a terra prometida.
Deus Pai enviou ao mundo seu Filho Jesus Cristo, verdadeiro Deus "nascido do Pai antes de todos os séculos" e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria "por obra do Espírito". Em Cristo e por Cristo, o Pai se une a todos nós Jesus quando retorna ao Pai, nos deixa o Espírito Santo, que nos anima e semeia a lei da graça e da liberdade. Jesus chama o Espírito Santo de "espírito da verdade", porque ele nos conduz à verdade completa (Jo 16,13).
O Pai, ao enviar a nós o Espírito de seu Filho, "derrama seu amor em nossos corações (Rm 5,5). Tira-nos do pecado e nos dá a liberdade de filhos de Deus.
Para refletirmos:
Qual foi a importância da Sina de Maria?
Por que Jesus Cristo é tão importante para nossa vida?
O nosso pecado afasta a Deus? Por quê?
Como seria a vida de Jesus hoje entre nós?
Terminar com orações expontâneas e marcar uma próxima reunião.
Próximo tema será: O Povo de Deus.

http://www.renovacaocarismatica.com.br/j2/index.php/mensagens/estudos-biblicos/50-a-verdade-sobre-o-cristo-que-anunciamos

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

ORAR COMO SE CONVÉM

ORAR COMO SE CONVÉM
Texto Base:
Mt 6:6-8.
Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.

Precisamos da revelação do Espírito Santo para compreender o mistério da oração. A oração é um ato maravilhoso do reino espiritual, por isso necessitamos da graça de Deus para termos entendimento correto a respeito deste assunto. Não resta dúvidas, carecemos do toque divino para sermos ensinados a orar como convém. Em certo momento, os discípulos de Jesus pediram a Ele que os ensinassem a orar: De uma feita estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos. Lucas 11:1. Esta é a nossa oração também!
Inicialmente, levantamos as seguintes perguntas: É preciso orar? Qual é a finalidade da oração? Não é Deus o Todo poderoso? Não é o Senhor do universo Onipotente, Onisciente e Onipresente? Ou seja, se Ele tem todo o poder, sabe todas as coisas simultaneamente, e está em todo o lugar ao mesmo tempo, por que precisamos orar a Ele? Por que Deus não opera diretamente? Por que Ele solicita a seu povo que ore? O profeta maior fala a respeito da grandeza do criador: Que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade. Isaías 46:10. Deus é verdadeiramente soberano, e Ele não fará nada que seja contrário à sua vontade. E novamente perguntamos: Por que orar?
Afirmamos: Deus tem prazer em ouvir e atender as orações de seus escolhidos, no entanto, as nossas petições devem estar de acordo com a sua perfeita vontade. O reformador Lutero disse: Orar não é vencer a resistência de Deus, é experimentar a sua boa vontade. As Escrituras afirmam: E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2. A vida do regenerado deve ser norteada pela suprema vontade do Senhor. Deus quer que a sua vontade seja sempre a nossa. Ele espera que ansiemos por sua direção. O Altíssimo quer realizar o seu propósito eterno para este mundo por intermédio das orações dos seus santos. As orações são canais pelos quais Deus opera as suas obras na terra.
O que mais nos impressiona é que Aquele que não precisa de coisa alguma, permiti-se ser dirigido pela terra. O registro do livro de Mateus 18:18-20 é esclarecedor: Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, terá sido desligado no céu. Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos céus. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. Segundo as palavras do Senhor Jesus, a terra governa o céu. Deus movimenta o seu poder sobre a terra na medida em que a igreja ora. As orações dos santos são fundamentais e insubstituíveis no que concerne à manifestação do poder de Deus neste mundo caído.
Isto mostra o grande compromisso que os regenerados têm diante do Senhor. Orar não é uma opção, é uma ordem. Além de ser um maravilhoso privilégio, é uma tremenda responsabilidade que foi atribuída aos salvos. Em realidade, a oração é a união das súplicas dos santos com a vontade de Deus. Podemos dizer que: A oração que o novo nascido profere na terra, nada mais é do que o expressar da vontade de Deus no céu. Deus jamais fará algo que esteja em desacordo com a sua vontade, entretanto, Ele espera que os seus filhos orem a Ele, para que possa agir. Lemos em 1 João 5:14-15: E esta é a confiança que temos para com Ele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhes temos feito. Pedir segundo a vontade de Deus, eis o caminho!
Seria um tremendo insulto contra Deus dizer que Ele não é Onipotente, contudo, é um sinal de grande rebeldia não se submeter ao seu modo de agir. Dizer que Deus precisa de alguma coisa é esquisito, mas não aceitar a sua maneira de operar é arrogância. Ele decidiu agir por meio das orações de seu povo. O Todo poderoso estabelecerá o seu reino neste mundo em cooperação com a igreja. Pense nisto: E então se dirigiu a seus discípulos: A seara na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Mateus 9:37-38. Se Deus conhece todas as coisas, por que já não providenciou os trabalhadores para a sua seara? A resposta é simples. Ele quer que a igreja ore, para que Ele, graciosamente, mande os trabalhadores.
Este princípio de oração só pode ser compreendido por aqueles que estão completamente desprendidos de si mesmos. Somente aqueles que morreram para os seus direitos podem entender o método de Deus operar. Quando ganhamos a revelação de que somos embaixadores neste mundo, toda a nossa vida gira em torno dos interesses do reino celestial, ao qual pertencemos pela graça de Deus. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 2 Corintios 5:15. Não vivemos neste mundo para fundarmos o nosso próprio reino mas estamos nele para sermos cooperadores com Deus, para que o reino celestial seja proclamado. Em verdade, os salvos intercedem junto ao trono divino, para que Deus realize a sua santa vontade neste universo. Realmente, a graça de Deus nos surpreende!
Aqueles que relutam em aceitar o modo de Deus agir, só evidenciam que desejam fazer da oração simplesmente um instrumento para ter os seus desejos egoístas atendidos. Em que medida esquecemos de nós mesmos completamente e procuramos somente à vontade do Senhor? A oração exige a operação da cruz em nossa vida. Não vivemos para nós mesmos, mas para o Senhor. Orar significa expressar todo o nosso desejo pela vontade de Deus. Jesus nos ensina: Porque eu desci do céu não para fazer a minha própria vontade; e, sim, a vontade daquele que me enviou. João 6:38. O Senhor tem como propósito que estejamos cheios de sua vontade.
Watchman Nee disse: A oração é a estrada da obra de Deus. Deveras, a oração está para a vontade de Deus assim como os trilhos estão para o trem de ferro. A locomotiva tem poder: é capaz de correr milhares de quilômetros por dia. Mas se não existirem trilhos, não poderá avançar um centímetro sequer. Tal é a relação entre a oração e o trabalho de Deus. Ainda que Deus não precise absolutamente de nada, Ele, soberanamente, utiliza as orações de seus escolhidos para alcançar os seus intentos. É verdade que às vezes Deus age de modo estranho. A experiência de Moisés ilustra o fato: Fez Josué como Moisés lhe dissera e pelejou contra Amaleque; Moisés, porém, Arão e Hur subiram ao cume do outeiro. Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque. Ora, as mãos de Moisés eram pesadas; por isso, tomaram uma pedra e a puseram por baixo dele, e ele nela se assentou; Arão e Hur sustentavam-lhe as mãos, um, de um lado, e o outro, do outro; assim lhe ficaram as mãos firmes até ao por do sol. E Josué desbaratou a Amaleque e a seu povo a fio de espada. Êxodo 17:10-13.
Quanto poder saía das mãos de Moisés? Nenhum. Será que as mãos estendidas deste escolhido eram tão poderosas a ponto de dar a vitória para Israel? Isto não faz sentido, pois cremos que Deus é absolutamente soberano e não precisa do homem. No entanto, Deus escolheu agir em cooperação com o homem. Assim é com a oração. Deus não precisa que oremos para que Ele nos conceda o que pedimos, pois de antemão conhece todas as coisas de que precisamos. Nós oramos para termos comunhão com o Pai celeste. Mas também oramos por obediência à sua palavra. Não oramos para convencermos Deus de nossas necessidades. Oramos para termos intimidade com o nosso Pai amoroso e que tem prazer em nos atender. A oração também é um exercício. Charles Spurgeon disse: A oração diária é a melhor ginástica para a alma.
A oração não é um peso na vida do regenerado, mas implica em disciplina. As palavras de Andrew Murray acentuam: Aquela pessoa que não tem um horário certo para orar, de fato nunca ora. Louvado seja Deus, pois somos dirigidos pela graça. Vale frisar que a graça sempre é acompanhada por um espírito obediente, responsável e compromissado com a palavra de Deus. Lembramos que a nossa obediência não tem fundamento legalista, mas ela é relacional. Acrescenta-se o fato de que o Senhor tem alegria no seu coração, em atender as orações de seus filhos. Assim como amamos profundamente nossos filhos e queremos sempre o melhor para eles, muito mais o nosso Pai celestial nos ama, e quer satisfazer todas as nossas necessidades por sua graça. Orar é ter a nossa vontade unida à de Deus.
As nossas intercessões são fundamentais para um evangelismo eficaz. Peça a Deus nomes de pessoas para que você interceda. Com certeza, Ele irá colocar em seu coração vários nomes diferentes. Comece interceder incessantemente por eles. Deus irá preparar estes corações, como se prepara uma terra para receber a boa semente, que é a palavra de Deus. É absolutamente importante conversar com Deus em favor da pessoa a quem se irá falar mais tarde. Creia nisto: o Senhor quer que todos os seus filhos sejam frutíferos. A nossa súplica é: Senhor, não permitas que sejamos negligentes na oração, mas ensiná-nos a orar como convém, em nome de Jesus, amém!


Pr. Tomaz Germanovix


http://www.renovacaocarismatica.com.br/estudo/estudo_03.php


TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE


TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE
Texto Base:
Gn 11: 28-32 ; 12:1-4
Sonhar! É impossível viver sem sonhar.
A vida só tem sentido quando desenvolvemos o salutar hábito de sonhar. Não nos é permitido separar a vida dos sonhos. Ambos se fundem, se misturam, se envolvem e se entrelaçam. Viver é sonhar. E sonhar é viver.
Os sonhos nos impulsionam, nos estimulam e nos incentivam a conquistar alvos, metas, além de atingir propósitos. Quem sonha tem ânimo para lutar. Quem luta o faz por sonhar. Quem sonha não fica perdido no tempo e nem tampouco mergulhado na inércia do comodismo.

Abraão: o homem que teve os sonhos transformados em realidade.
1- Quem foi Abraão ?
Abraão foi o décimo depois de Noé, no tocante as gerações. Viveu 292 anos depois do dilúvio, teve dois irmãos, Naor e Harã. Harã teve um filho, de nome Ló e duas filhas de nome Sarai e Milca. Harã nasceu e viveu entre os caldeus. Naor casou-se com Milca e Abrão com Sarai. Por não Ter tido filho Abrão, adotou Ló como seu filho.
Abraão no início de sua vida, viveu em Ur, cidade então mais magnificente do mundo. Centro manufatureiro, literário e cultural (foi encontrado pelos arqueólogos uma das maiores bibliotecas de toda a antigüidade.) fazendeiro e exportador, numa região de fertilidade e riquezas fabulosas. Abraão como todo cidadão proeminente era obrigado a servir deuses e deusas tais como:
1- Anu - O soberano do céu.
2- Enlil e Adade - deuses elementares, comandando sobre tempestades e armados de dilúvio.
3- Sin - O deus lua.
4- Nergar - O que comandava o reino dos mortos.
5- Ninurta - O deus da guerra.
6- Gula - deusa que presidia a medicina.
7- Nabu- deus da escrita.
Até que um dia o verdadeiro Deus revelou-se a ele desafiando-o a sair de Ur. (Gn 12:1-3). As palavras de até então um Deus desconhecido introjeta dentro dele uma nova perspectiva de vida. Abraão é tomado por sentimento que o faz sonhar. Sonhar com família, sonhar com posteridade, sonhar com uma nação diferente, com costumes diferentes, valores diferentes e ideais diferentes.
Promessas feitas a Abraão:
1- Multiplicação.
2- De que através dele, surgiria uma grande nação.
3- De que ele seria abençoado.
4- De que o nome dele seria engrandecido.
5- De que seriam abençoados aqueles que o abençoassem.
6- De que seriam amaldiçoados aqueles que o amaldiçoassem.
Os sonhos nos impulsionam, nos enchem de desejos e de vontade de lutar. Todavia, nem sempre a distância entre o nascimento do sonho e a realização do mesmo é curta. Não são poucas as vezes que o sonho de uma família cristã, ou de um trabalho promissor, ou mesmo de um ministério cristão saudável e abençoador na igreja demora para se cumprir na vida da gente. São em momentos de aparente demora que surgem do nada os destruidores de sonhos.
Você já se deu conta da existência destes destruidores?
Abraão recebera a promessa que através da sua posteridade uma grande nação surgiria. Entretanto, durante aproximadamente 25 anos a promessa de Deus parecia um tanto que impossível de se cumprir na vida daquele homem de Deus.
Deus primeiro nos mostra o que pretende fazer nas nossas vidas. Somente depois ele nos mostra as dificuldades do percurso. Satanás antes pelo contrário quer primeiro nos mostrar as dificuldades no intuito de que desistamos das bênçãos de Deus para as nossas vidas.

1º - Destruidor de Sonhos.
O sentimento de que Deus está demorando muito para cumprir em nós a sua palavra. Uma incompreensão do tempo de Deus. Eclesiastes 3: 1-8 diz que a tempo para todo propósito debaixo do céu:
"Tempo de nascer, tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de se arrancar o que se plantou;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de derribar e tempo de edificar;
Tempo de chorar e tempo de rir;
Tempo de prantear e tempo de saltar de alegria;
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras;
Tempo de abraçar e tempo de deixar de abraçar;
Tempo de buscar e tempo de perder;
Tempo de guardar e tempo de deitar fora;
Tempo de rasgar e tempo de coser;
Tempo de estar calado e tempo de falar;
Tempo de amar e tempo de aborrecer;
Tempo de guerra e tempo de paz."
Satanás nosso adversário sempre vai tentar induzir-nos a crer que Deus está atrasado em cumprir em nós suas promessas. Contudo, precisamos entender que existe um tempo determinado por Deus para todas as coisas. Gn 21: 1-2, diz que Sara concebeu no tempo determinado.
2º Destruidor de Sonhos - A incredulidade. Não são poucos que perguntam: será que Deus falou comigo mesmo ? Será que isto tudo não é fruto da minha imaginação ? Ora sem fé é impossível agradar a Deus!
3º Destruidor de Sonhos - Murmuração - O que fez com que o povo de Israel não herdasse a terra prometida dentre outras coisas foi o espírito de murmuração. Reclamava por tudo!!! Reclamava pela comida, pela água, pelo deserto, pelas dificuldades, tudo era motivo de reclamação. Você já reparou que existe gente que nunca está satisfeito com nada ? É o que chamo de crente nhe nhe nhem!!!
4º Destruidor de Sonhos - Auto-suficiência - Você já se deu conta da existência de indivíduos que querem ajudar a Deus dando a ele uma mãozinha?
5º Destruidor de Sonhos - Satanás -

O que transforma sonhos em Realidade ?

1º - A convicção do Senhorio de Cristo sobre a nossa vida. Rm 8: 28 diz:
"Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e daqueles que são chamados segundo o seu propósito"

2º - Fé. Hb 11: 01 -
"Ora, a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem."

3º - Confiança única e exclusiva e m Deus. Isto significa a convicção de que aquele que começou a boa obra em minha vida há de concluí-la. O escritor de hebreus nos incentiva a crer cegamente em sua palavra na certeza de que é impossível que Deus minta.
4º - Dependência única do Senhor. Isto significa que se o Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam. Se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela. No Reino de Deus Independência é morte!


http://www.renovacaocarismatica.com.br/estudo/estudo_02.php


A Benção das Bençãos


A Benção das Bençãos
"Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! " (Gênesis 12:1-2)
Por: Glenio Fonseca - Paranaguá
Deus chamou Abrão para ser uma bênção em favor do mundo. Mas antes de ser uma bênção para todas as nações, ele precisaria ter sido abençoado por Deus. Primeiro Deus abençoa a pessoa com a sua bênção imerecida, depois essa pessoa abençoada se constitui numa bênção para os outros. Deus abençoa o homem com sua graça incondicional e o homem abençoado se torna numa bênção para as outras pessoas.
Deus escolhe aqueles que ele mesmo quer, mediante a sua graça e os abençoa incondicionalmente para que eles sejam uma benção para o maior número de pessoas nesse mundo, segundo a sua própria vontade. Ninguém é uma bênção em si mesmo, mas se torna uma bênção pela operação de Deus em sua vida. Deus escolheu Abrão e o abençoou para que ele se tornasse uma bênção para a humanidade. Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido. Gálatas 3:14.
Jesus Cristo é a bênção de Deus para o mundo e a bênção de Abraão é a salvação eterna do homem mediante Jesus Cristo. Tudo o que Deus tem para a humanidade foi concedido através da pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Nele nós somos abençoados com toda espécie de bênçãos espirituais. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. Efésios 1:3.
Dizer que Cristo é a bênção de Deus para o mundo é dizer que Ele, e só Ele , pode preencher o vazio do coração humano. Tudo o que Deus tem para as carências da humanidade foi doado plenamente na pessoa de Jesus Cristo. Ele é o suprimento abundante para a mais profunda deficiência do gênero adâmico. Ele é o único que consegue subir no monte santo, com mãos limpas e coração puro, a fim de se tornar na bênção e na justiça do Senhor em nossa vida. Este obterá do SENHOR a bênção e a justiça do Deus da sua salvação. Salmos 24:5.
Deus nos abençoa em Cristo, com todo tipo de bênção, para que nós sejamos uma bênção, para todo o tipo de pessoa. Eu acredito que fomos abençoados, para poder abençoar aqueles que carecem da graça de Deus em suas vidas. Se formos uma bênção para os outros é porque fomos abençoados com a bênção de Deus em Cristo Jesus, que a todos enriquece abundantemente. Todas as pessoas abençoadas por Deus se tornam vasos de bênçãos para mais gente. A bênção do SENHOR enriquece, e, com ela, ele não traz desgosto. Provérbios 10:22.
Não há nenhuma bênção maior do que Cristo. Não há nenhuma riqueza maior do que a salvação em Cristo. Ele é o tesouro mais precioso que satisfaz completamente todas as necessidades do coração humano. Ele é a plenitude de Deus e nós temos a nossa plenitude nele. Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. Também, nele, estais aperfeiçoados. Colossenses 2:9-10a. A nossa plenitude espiritual procede da plenitude de Cristo em nós.
O rei Davi reconhecia que as contribuições que o seu povo oferecia para a obra de Deus eram expressões vivas das dádivas divinas na vida desse povo. Ninguém pode oferecer aquilo que não tem. E se o povo oferecia voluntariamente é porque tinha sido abençoado por Deus abundantemente. Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos. 1 Crônicas 29:14.
Do ponto de vista bíblico tudo o que temos vem de Deus. Ninguém tem coisa alguma se não for dada pelo Criador do Universo. Tudo o que nós somos e tudo o que temos, excluindo o pecado, vem do céu, mesmo que não reconheçamos que é assim. Respondeu João: O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada. João 3:27. Primeiro Deus nos abençoa com as bênçãos celestiais e depois ele nos torna uma expressão da graça para os demais.
Volto à questão: Deus só nos abençoa plenamente em Cristo. Nele nós somos aprovados incondicionalmente mediante a sua morte e ressurreição. Nele nós ganhamos a expiação dos pecados e o descativeiro da dúvida e incredulidade. Nele foi crucificado o nosso velho homem, e juntamente com Ele ganhamos uma nova identidade. Porque, se fomos unidos com Ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com Ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; Romanos 6:5-6.
Na morte de Cristo encontramos o benefício da nossa morte para o pecado, e na sua ressurreição a dádiva da vida eterna que nos salva de todas as implicações da justa condenação. Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Romanos 8:1-2.
Deus nos abençoou inteiramente em Cristo para que sejamos uma bênção para o mundo. A vida de um cristão verdadeiro é uma oportunidade de favorecer os que sofrem: com a consolação para os que choram, com o ânimo para os abatidos, com o suprimento para os carentes, com o amor para os magoados. Deus nos abastece com a sua bênção para que possamos ministrá-la aos que carecem, sem jamais requerer o nosso reconhecimento pessoal nesse envolvimento.
Quem é abençoado por Deus é uma bênção que abençoa. O salvo quer que outros sejam salvos e por isso proclama o evangelho da salvação. Não há nem um salvo por Cristo sem interesse pela salvação dos outros pecadores. Todo aquele que foi alcançado pela graça de Deus quer ser um instrumento das bênçãos para os outros, seja através de sua pessoa ou de seus bens. Não existe uma pessoa salva pela graça que não se proponha a ser parte da solução dos problemas segundo a medida da graça em sua vida.
Aquele que é favorecido com os bens, quer ser um canal da beneficência no reino de Deus. Nunca ouvi falar que um filho de Deus abrisse falência pela prática da benevolência. Aquilo que guardamos, com freqüência, acabamos perdendo. Mas aquilo que investimos no reino de Deus em beneficio dos outros, transferimos para o banco eterno. Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Mateus 6:19-21.

Se eu e você não somos bênçãos para os outros é porque ainda não conhecemos a grandeza da bênção de Deus em nossas vidas. Todo aquele que foi abençoado por Deus e reconhece a magnitude da graça, se torna numa fonte de bênçãos para os seus circunstantes. Quando somos abençoados por Deus, com a Bênção das bênçãos, nos tornamos sempre canais de bênçãos para as outras pessoas e nunca uma pedra de tropeço ou um abismo de maldições. Mesmo Balaão sabia disso: Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar. Números 23:20.
Seja tu uma bênção e que o Senhor te abençoe.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Os Santos, Maria, Imagens e Idolatria Na Comunhão dos Santos louvamos Maria, a Mãe de Jesus


Os Santos, Maria, Imagens e Idolatria 
Na Comunhão dos Santos louvamos Maria, a Mãe de Jesus
A Bíblia nos ensina que Deus é três vezes santo, só Ele é santo. Deus comunica a santidade, é um Deus santificador e deseja um povo santo: ”Sede santos, porque eu, Javé, sou santo” (Levítico 19,2;20,26). A santidade de Jesus é idêntica à santidade de seu Pai Santo (João 17,11). Jesus santifica os cristãos; o Espírito Santo é o agente santificador dos cristãos. Jesus vai recomendar: “Sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito“ (Mateus 5,48). Portanto, a santidade é vocação de todo cristão: “A vontade de Deus é esta: a nossa santificação” (1 Tessalonicenses 4,3).

Ser santo é cumprir a vontade de Deus em nossa vida. Santos são, portanto, todos aqueles que vivem o Evangelho e, de forma toda especial, os que já se encontram hoje na casa do Pai. Os santos não ocupam o lugar de Deus, não são inventados pelos homens, não são deuses, mas criaturas de Deus, a quem Deus privilegiou com um amor especial, e viu este amor ser correspondido. Eles só são reconhecidos como santos porque foram amigos íntimos do único Deus que os santificou. Os santos são heróis da fé vivida no amor, fé no único Deus verdadeiro, o Deus revelado em Jesus Cristo.

Nenhum católico adora os santos, mas os respeita e venera como amigos de Deus. Este respeito e veneração vêm da fé na ressurreição, pois os que morrem no Senhor estão com Ele. Vêm da fé na “comunhão dos santos”: os santos intercedem por nós diante de Deus. A Bíblia nos mostra que Deus opera milagres pela intercessão dos santos. Um exemplo é a cura do coxo de nascença, operada por São Pedro e São João, junto à porta do Templo: “Não tenho nem ouro nem prata, mas o que tenho isto te dou. Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda” (Atos 3,1-9). E a Bíblia apresenta outros inúmeros exemplos afirmando que “Deus fazia não poucos prodígios por meio de Paulo” (Atos 19,11-12). Jesus é nosso único mediador entre Deus e os homens, e Ele disse: ”O Pai dará a vocês tudo o que pedirdes em meu nome” (João 15,16).

Um santo só opera em nome de Jesus, porque só em Jesus está a fonte da graça e a força de Deus. Os santos não estão em oposição ao Senhor. Ao contrário, colocam em evidência a glória e santidade de Jesus Cristo, cabeça da Igreja e nosso único salvador. Pois foi Jesus mesmo quem afirmou: ”Eu garanto a vocês: quem crê em mim, fará as obras que eu faço, e fará maiores do que estas, porque eu vou para o Pai” (João 14,12). Ninguém pode ser santificado, sem entregar sua vida por Jesus e pelos irmãos. Honrar um santo significa reconhecer a força transformadora da Palavra de Deus, que santifica quem a aceita e a coloca em prática.

O santo é para os cristãos um exemplo de quem testemunhou sua fé no seguimento de Jesus. Nós, católicos, temos a alegria de abrir nosso álbum de família – a nossa família na fé – e contemplarmos uma fileira de heróis na fé, os santos, nossos irmãos e amigos, que conseguiram servir a Deus com fidelidade e, junto de Deus, pedem por nós. Santos e santas, rogai a Deus por nós!

Entre os santos de Deus está, em primeiro lugar, Maria, a mãe de Jesus (Mateus 2,1; Marcos 3,32; Lucas 2,48; João 19,25).



Imagens e Idolatria

Muitos se perguntam: os católicos adoram imagens? A resposta é: NÃO! Nunca as adoraram, sempre as valorizaram. As imagens valem o que vale uma foto; ela pode estar gasta, mas recorda um ente querido. Os católicos não adoram imagens; somente as utilizam para lembrar de alguém que é maior, e a isso se chama de veneração e NÃO de adoração. O sentido das imagens católicas está na linha da serpente de bronze que Deus mandou Moisés esculpir (Números 21,8-9), segundo a explicação dada em Sabedoria 16,7: ”e quem se voltava para ele (o sinal da serpente), era salvo, não em virtude do que via, mas graças a Ti, ó Salvador de todos”.


a) Imagens permitidas na Bíblia:

A Bíblia apresenta, muitas vezes, o mistério de Deus através de imagens: e a primeira imagem quem a fez foi o próprio Deus, ao criar o ser humano à sua imagem e semelhança (Gênesis 1,27;2,7). O mesmo Deus manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Êxodo 25,18-20). Manda Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões (1Reis 6,23-25 e 7,29). O Novo Testamento também apresenta o mistério de Deus através de imagens: a imagem de Jesus como cordeiro digno de receber a força e o louvor (Apocalipse 5,12). Quando do batismo de Jesus, o Espírito Santo é apresentado em forma de pomba (Mateus 3,16) e, no dia de Pentecostes, com línguas de fogo (Atos 2,1-3).

Jesus ensinava através de imagens: “Eu sou o bom pastor” (João 10,14). Os primeiros cristãos vão representar Jesus desenhando um Bom Pastor com a ovelha nos ombros. Olhando esta imagem, eles não adoravam um pastor, mas pensavam na ternura de Deus que, em Jesus, busca a ovelha perdida. Representar algo por imagem ou símbolo era comum na Igreja primitiva, sobretudo em tempos de perseguição. Por muito tempo, as pinturas dos santos e de cenas bíblicas nas Igrejas foram o único livro que os cristãos mais simples puderam ler e entender.


b) Imagens proibidas na Bíblia, idolatria:

A Bíblia, então, não proíbe as imagens? Sim, 
proíbe quando sua finalidade é servir à idolatria: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da escuridão. Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura alguma do que está em cima dos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles e não lhes prestarás culto” (Êxodo 20,2-5). Em várias passagens bíblicas se repete esta proibição de não adorar outros deuses e nem fazer deuses fundidos (Êxodo 34,14-17; Deuteronômio 7,5).

Podemos perceber que "ídolo" designa imagem feita para ser adorada como deus, como faziam os pagãos com suas divindades. Para os judeus, as imagens dos deuses são os próprios deuses pagãos. Os povos vizinhos dos judeus acreditavam em muitos deuses e faziam imagens deles. Geralmente, estes deuses, criados pelo próprio homem, serviam de apoio ao sistema injusto e cruel que maltratava o povo, em especial os pobres. Em Israel não se podia fazer imagem de Deus, não se podia imaginar como Deus era, pois Ele é invisível e ninguém nunca o tinha visto. Do Deus verdadeiro não se faz imagens, porque todas as imagens são inadequadas para Javé. Dos falsos deuses se faziam imagens que eram chamadas de ídolos; eram rivais de Javé. Idolatria é a exclusão do Deus verdadeiro, substituindo-o por um falso deus.

O ídolo estava sempre ligado a um sistema de corrupção e opressão, levando a sociedade à divisão e à guerra por causa da ganância pela terra, bens materiais e dinheiro, fama, prazer e poder. Estes, sim, são os verdadeiros ídolos que afastam a pessoa do Deus verdadeiro, competindo com Ele no coração (cf. Mateus 4,1-10; Lucas 4,1-12).


Portanto: Deus parece, mas não é incoerente, já que num lugar da Bíblia manda fazer imagens e noutro lugar o teria proibido. A imagem, hoje, mais do que nunca, faz parte da linguagem humana e é representação de pessoa, coisa, ideia. A Bíblia fala de imagens algumas vezes para denunciar a idolatria, outras vezes para mostrar o quanto a imagem é necessária para entendermos, por meio do Filho, o próprio Pai: “Ele (Jesus) é a imagem do Deus invisível...” (Colossenses 1,15).

Os primeiros cristãos, martirizados aos milhares porque se recusaram a adorar imagens de deuses falsos, estudaram a Bíblia com atenção. Eles não tiravam esses textos que proíbem imagens de seu contexto. Comparando-os com outros textos bíblicos, ficaram convencidos de que Deus proíbe imagens de deuses falsos, adoração de ídolos que representem falsos valores, os quais induzem ao pecado. É o que faziam os povos vizinhos de Israel. Mas Deus não proíbe fazer outras imagens que contribuem para exaltar sua glória e poder. O II Concilio de Nicéia, no ano 787, defende a veneração das imagens (pintura e escultura) de santos pelos cristãos e o uso de símbolos nas celebrações litúrgicas. O mesmo fez o Concilio Vaticano II, mantendo o culto às imagens conforme a tradição (LG 67), contanto que seja em número comedido e na ordem devida (SC 125).


Texto:
Cônego Pedro Carlos Cipolini - Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida



Nota:
Sobre o uso de imagens na Igreja, consultar:

JOÃO PAULO II, Duodecim Saeculum. Carta Apostólica sobre a Veneração das Imagens, 1987. Petrópolis: Vozes, 1988.

PONTIFICAL ROMANO. Ritual da dedicação de igreja e de altar, 1977. São Paulo: Paulinas, 1984.

SCOMPARIM  A. F., A iconografia na Igreja Católica. São Paulo: Paulus, 2008.                              




http://www.basilicadocarmocampinas.org.br/os_santos_maria_imagens_idolatria.htm

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Dez diferenças entre Católicos e adeptos da Teologia da Libertação

 quando eu li este artigo senti a obrigação de postá-lo pois isto vem acontecendo no mundo todo e as vezes achamos que é normal mas temos que tomar muito cuidado 
pois o inimigo esta e todos os lugares principalmente dentro da santa igreja 
lobo disfarçado de cordeiro ,que nosso senhor Jesus nos proteja 

este artigo foi postado no blog http://osegredodorosario.blogspot.com.br/

Dez diferenças entre Católicos e adeptos da Teologia da Libertação
Aqui citarei apenas 10 diferenças gritantes entre Verdadeiros Católicos e os adeptos da Teologia da Libertação, que se dizem católicos, porém negam todos os ensinamentos da Igreja, negam dogmas, negam a moral católica, não obedecem aos legítimos pastores, e tantas coisas que fazem com que estejam desligados da verdadeira Igreja.

Obviamente, existem muito mais diferenças entre as duas "religiões", porém, citarei aqui as principais, para que muitos que estão desinformados sobre o assunto, não caiam na lábia desses falsos profetas, e saibam reconhecer um quando o encontrar, o que não é nada raro hoje em dia. 

A Teologia da Libertação é herética, seus seguidores são apóstatas, são excomungados, como provarei neste artigo. Seguem a doutrina marxista [comunista], e tentam de todas as formas conciliar a doutrina católica com ela, sem nenhum êxito, pois é como querer misturar água e óleo. A doutrina comunista segue o marxismo ateu, ensinado por Karl Marx, um inimigo da religião. É dele aquela famosa frase: "A Religião é o ópio do povo." Aí podemos começar a entender o motivo da teologia da libertação ser incompatível com a Fé Católica. Pode uma arvore má dar bons frutos? Até hoje esta frase bíblica continua mostrando sua legitimidade, podemos responder facilmente a esta pergunta, e não é muito difícil entender isso. 

Espero que através deste artigo os leitores do blog, desinformados a respeito deste grande inimigo da Igreja, a teologia da libertação, possam conhecer melhor este joio que está entre nós, e que será arrancado e lançado ao fogo o dia que a Ira de Deus cair sobre nós.

1° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Creem que a Eucaristia é verdadeiro corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo sob as aparências de pão e vinho, instituído na última ceia para a nossa Salvação. Creem que a primeira missa foi o calvário, e que a cada dia, em toda Santa Missa se renova o sacrifício de Cristo na cruz pra a nossa redenção e perdão de nossos pecados. Por isso eles tem verdadeiro zelo pela Santa Missa, seguem os documentos católicos onde está expressamente proibido utilizar cálices ou âmbulas com materiais pobres, gostam de oferecer o melhor para Deus. Por que sabem que a Santa Missa é um culto a Deus e não o culto ao homem.




- Adeptos da TL: Creem que a Santa Missa é um "banquete", uma "refeição" onde os "irmãos" se unem para "partilhar" o pão, repartir com o irmão. Não creem que é o sacrifício de Cristo, creem que a Missa é para as pessoas se sentirem bem, portanto dispensam todo tipo de parâmetros, cálices e ambulas de ouro, altar digno. Para eles o cálice pode ser até de latão ou madeira, ou até mesmo em copos descartáveis, o Santíssimo não interessa, o que importa é o povo "se sentir bem" onde está, e não se sentir "ofendido" com o ouro oferecido a Deus. 




2° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Seguem a doutrina social da Igreja a respeito de política. Não são de esquerda, por que sabem que isso constitui excomunhão ipso facto, ou seja, automática. Lutam pelo Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo, e procuram não votar em candidatos que são contra a Moral Católica e que apoiam a promiscuidade.




- Adeptos da TL: São de esquerda, amam Che Guevara,  votam em candidatos de esquerda, PT, PSOL, com bandeiras vermelhas, que são a favor de milhares de atrocidades, inclusive aborto e homossexualismo. Para o adepto da TL, isso simplesmente não tem importância alguma, pois para ele o que interessa são os "direitos do cidadão", o direito a pecar, o direito de ser a favor do homossexualismo, do aborto, etc.



3° Diferença:

- Verdadeiros Católicos: São absolutamente a favor da Moral Católica ensinada pela Santa Igreja e por tantos santos. Se posicionam a favor da castidade, do matrimônio legítimo, contra o homossexualismo, aborto, eutanásia etc. Ou seja, são católicos!




- Adeptos da TL: Não que a maioria seja, ou que todos sejam, mas possui muitos membros que são homossexuais convictos e que encontraram "dentro da Igreja" uma maneira de viver a promiscuidade e "ser católico" ao mesmo tempo, se é que me entendem. São promíscuos, não guardam a castidade, vão a boates, bailes, apoiam o homossexualismo, o aborto, a eutanásia, para eles o que a Igreja ensina sobre isso não faz sentido algum, pois não obedecem o que está determinado nos documentos ou pelos Santos, para eles, são apenas "opiniões", querem ter direito de "opinião" dentro da Igreja. (Vide: Padre Beto).




4° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Creem na Hierarquia da Santa Igreja, que é uma monarquia. O Papa, legítimo sucessor de São Pedro, é o chefe visível da Igreja, cardeais são nomeados pelo pontífice, arcebispos, bispos, párocos vigários etc. Isso é importante para manter a ordem dentro da Igreja, onde ninguém é dono da doutrina, mas somos fiéis a doutrina imutável deixada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Ninguém tem autoridade para ensinar novidades, ou doutrina própria, e sim obedecer aos ensinamentos deixado por nosso Senhor.



- Adeptos da TL: Todos são iguais perante eles, são anárquicos, acham que qualquer um tem o direito de expressar suas idéias (dentro da Igreja), são contra a hierarquia. Negam o primado de Pedro, dizendo que ele foi como qualquer outro apóstolo.

5° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Leem livros de Santos doutores: São Tomás de Aquino, Santo Afonso de Ligório, São Francisco de Sales, Santa Teresinha do Menino Jesus etc. Leem os documentos da Igreja Católica para conhecer melhor a doutrina e servir nosso Senhor, leem o catecismo, leem a bíblia com a interpretação da Santa Igreja e são fiéis a ela.


- Adeptos da TL: Leem Karl Marx, Leonardo Boff, e todo tipo de escritos dos comunistas, seus heróis não são os santos e sim revolucionários. Alguns santos da Santa Igreja eles pegam como exemplo deturpando completamente sua vida, dizendo que foram comunistas, anárquicos como eles, como por exemplo São Francisco de Assis, a vítima da Teologia da Libertação, que nunca foi infiel a Santa Igreja. Citam os santos [fora do contexto, com mentiras], somente quando convém a eles.




6° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: 
Como citado acima, creem que a Missa é sacrifício, e portanto obedecem as normas Litúrgicas.



- Adeptos da TL: Não obedecem as normas litúrgicas, badernam a Santa Missa, que mais parece um terreiro de macumba.


7° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Lutam por uma sociedade em que Reine Nosso Senhor Jesus e suas leis morais. Lutando contra o aborto, homossexualismo e tudo o que destrói o matrimônio. Não votam em candidatos que são a favor destas coisas citadas acima, bem como a favor de qualquer coisa que vá contra a moral católica.


- Adeptos da TL: São revolucionários, baderneiros, saem para as ruas fazer baderna, lutando contra toda doutrina católica, com bandeiras vermelhas, dizendo que estão a favor do povo, enquanto apoiam partidos de esquerda, que são declaradamente anticatólicos, abortistas etc.


8° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Se vestem com modéstia, para lutar pela castidade enquanto solteiros, casados, consagrados etc. Mulheres usam o véu na Santa Missa, em respeito à casa de Deus.


- Adeptos da TL: Detestam qualquer coisa que lembre a tradição da Santa Igreja e o que ela representa para a sociedade. Detestam o véu, zombam, dizem que o que importa é o coração. E que a Igreja "evoluiu", "modernizou".


9° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Defendem a Santa Tradição da Igreja, entendem da história da Igreja e consegue reconhecer o Espírito Santo de Deus agindo na Igreja. Tem consciência de que a doutrina da Igreja é imutável, que a verdade não é relativa. O que foi dogma ontem, é hoje e será amanha, ou seja, a verdade do passado nunca muda, pois Deus é perfeito, é eterno e nunca muda.

- Adeptos da TL:  Falam mal do que a Igreja foi no passado, dizem que foi opressora, falam mal das cruzadas, da inquisição, criticam a posição da Igreja a favor da pena de morte em determinados casos [ate hoje o é]. Acham que a verdade muda com o tempo e que a Igreja precisa "se converter" e "se aproximar dos pobres". Mesmo tendo tantas provas e historiadores afirmando que a Igreja Católica é a maior instituição de caridade do mundo [e numa época que não existia teologia da libertação].
10° Diferença: 

- Verdadeiros Católicos: Sabem que pobres sempre existirão na terra. (Mt XXVI, 11a) e aqui todos nós sofremos e temos que lutar pela nossa salvação. Nunca existirá uma vida perfeita aqui na terra, por que nosso Senhor mesmo afirmou: : "Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim."(João XV, 18,21). Portanto lutam, sofrem neste mundo e fazem caridade por que sabem que Deus se encontra no próximo. A Caridade do católico é para mais agradar nosso Senhor, nosso sumo bem. Os Verdadeiros Católicos lutam para conseguir a pobreza de espírito, que é o desapego aos bens deste mundo, por que sabem que ninguém pode servir a dois senhores, e devemos nos contentar com o que Deus nos dá, sendo pobres, ou tendo uma condição social melhor. Sabem que o que Deus condena é o apego às riquezas e não as riquezas em si, como bem disse São Francisco de Sales, doutor da Igreja:

"Grande diferença há entre ter o veneno e ser envenenado. Quase todos os farmacêuticos possuem muitos venenos pra diversos usos de seu ofício, mas não se pode dizer que estejam envenenados porque têm o veneno em suas farmácias. Assim também podes possuir riquezas sem que o seu veneno natural penetre até tua alma." (Filotéia, Introdução à Vida Devota - pag. 197-198, ed. Vozes de bolso)¹. 

- Adeptos da TL: Acham que podem fazer um paraíso na terra, onde todos devem viver bem e não devem sofrer. Acham que "roubando" dinheiro dos ricos, e dando aos pobres é uma boa maneira de acabar com a pobreza, abominam pessoas ricas, como se elas fossem odiosas aos olhos do Senhor [coitados, não devem conhecer a vida de Santa Edwirges, ou como faz todo TL, ignora]. Para eles os ricos na Igreja não tem vez, a não ser que possam roubá-lo. Como bem ensinava Karl Marx, o 'santo' padroeiro deles. E a frase acima de São Francisco de Sales? Bem os santos doutores não são importantes para os adeptos da TL, para eles todos são "pensadores" e podem ter suas opiniões pessoais (dentro da Igreja), e isso foi mera opinião de São Francisco de Sales (sic).
Considerações finais:

Como bem podem ver os adeptos da teologia da liberação são muito piores que os próprios protestantes. Como bem disse São Pio X: "Os piores inimigos da Igreja estão dentro dela mesma." A TL é a própria destruição da fé católica. Não é preciso explicar muito o motivo desta afirmação, basta ler o artigo todo para perceber o motivo de todo TL estar excomungado da Santa Igreja e não fazer parte dela, mesmo que estejam infiltrados  em tantos movimentos, e sendo até padres católicos legitimamente ordenados. Eles se desligaram da verdadeira fé, saíram da Igreja quando a negaram.



este artigo foi postado no blog http://osegredodorosario.blogspot.com.br/


CAIAFARSA

Fontes:
1 - Filotéia, Introdução à Vida Devota - pag. 197-198, ed. Vozes de bolso.

Fonte:

http://pensamentosdedeuss.blogspot.com.br/