quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Orientações do Catecismo da Igreja Católica para ler corretamente as Sagradas Escrituras


Orientações do Catecismo da Igreja Católica para ler
 corretamente as Sagradas Escrituras







Tambem o Catecismo da Igreja Católica nos faz algumas ressalvas importantes, 
deixando-nos parâmetros interessantes para que possamos ter um bom
 entendimento da Palavra. Ao lermos um trecho bíblico, devemos sempre observar:

1. Sentido Literal - É o sentido significado pelas palavras da Escritura e descoberto 

pela exegese que segue as regras da correta interpretação.

2. Sentido alegórico – É aquilo que vemos no texto, que nos permita entender o

 significado daquele texto, em Cristo. Por exemplo: A travessia do Mar Vermelho
 é um sinal da vitória de Cristo, e também do Batismo. Não é apenas um milagre. 
Mas é algo mais significativo. Outro exemplo, quando vemos o Sacrifício de Isaac
 vemos que no fim das contas, seu Pai sacrifica um cordeiro. Esse cordeiro, é uma
alusão a Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus.

3. Sentido moral - Os acontecimentos que encontramos na Palavra, tem um

 senso moral. Nos ensinam como devemos agir. Nos levam a uma atitude. 
Nos instruem.

4. Sentido anagógico – Toda a palavra de Deus, tem um senso que nos 

conduz ao eterno. A palavra de Deus nos conduz ao céu.

Portanto a Igreja nos ensina que, não podemos apenas pegar um único 

versículo e sair dando uma interpretação exclusivamente pessoal a ela. 
Precisamos pelo menos ler o trecho todo. Entender o contexto da palavra. 
É preciso saber também o contexto histórico, tanto que se você tiver uma
bíblia católica, você vai perceber que antes de cada livro, a bíblia traz o resumo 
do mesmo, mostrando emque época da história aquele livro foi escrito, como 
se vivia naquele tempo, e tantas outras informações. Precisamos ter muito
 cuidado ao interpretar a palavra de Deus.

A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura , constituem um só depósito da 

palavra de Deus confiado à Igreja. O ofício de interpretar autenticamente a
palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério 
vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo…
(Dei Verbum)



A Sagrada Escritura nos leva à salvação


A Sagrada Escritura nos leva à salvação


postado originalmente por http://www.catequisar.com.br/


Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 3,14-17: 

"Quanto a você, permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como certo; 

você sabe de quem o aprendeu. Desde a infância você conhece as Sagradas 
Escrituras; elas têm o poder de lhe comunicar a sabedoria que conduz à salvação
 pela fé em Jesus Cristo. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar,
 para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus 
seja perfeito, preparado para toda boa obra." 


Nós somos de Deus. Guarde isso no seu coração, no mais íntimo do seu ser,
 para que a tentação não apague isso da sua memória, porque, diante das
 tentações e de muitos pecados, todos correm o risco de esquecer que são do
 Senhor. Lembre-se: você é de Deus e pertence a Ele. A mão d'Ele está sobre 
você para protegê-lo e guia-lo em todo momento da sua vida. 

Veja o que diz a Palavra: "Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar,
 para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus 
seja perfeito, preparado para toda boa obra". O que capacita e prepara você para
 fazer bem tudo o que há para ser feito é a Palavra de Deus.

Diz o Senhor: "Quanto a você, permaneça firme naquilo que aprendeu e aceitou como
 certo; você sabe de quem o aprendeu". Nós só aceitamos como verdade aquilo que 
damos fé. Para termos fé, precisamos ouvir e aprender, e ninguém aprende sozinho.

Então, se você quer crer em algo mais, você precisa aprender e, para aprender sobre
 as coisas de Deus, você precisa buscar a Sagrada Escritura. Sua fé só aumenta à medida
 que você ouve o Senhor.

Nós temos mais contato com Deus e crescemos na nossa fé a partir do momento 
que aprendemos com a Sagrada Escritura e com o que a Igreja nos ensina pela tradição. 
Quando recebemos esses conhecimentos, podemos aplicá-los na nossa vida.

Um exemplo que muitos não conhecem é a respeito dos dons espirituais. Muitas pessoas
 tomam conhecimento de que existe um dom carismático de orar pela cura dos enfermos 
depois de muitos anos de católico. Esse dom é uma força sobrenatural que Deus concede 
a algumas pessoas, capaz de modificar realidades que muitos desconhecem. 

Se isso pertence à Igreja, por que muitos não experimentam esses dons? Porque 
para colocarmos algo em prática, primeiro precisamos conhecer, saber que existe 
e que está ao nosso alcance pela fé. Depois que tomamos conhecimento desses 
dons, por meio da Palavra, fazemos uma experiência maravilhosa do carisma. 

Para tomarmos posse dessa graça, precisamos conhecê-la, saber que ela existe,
aprender para crer nela e depois experimentá-la. 

A oração, no cotidiano, já é uma bênção, mas se as pessoas soubessem o tamanho 
do seu poder, ninguém acharia pouco rezar. Quando descobrimos a força da oração, 
nós nos apaixonamos pelo que Deus realiza por meio dela e fazemos da nossa
 vida uma oração constante. 

A oração pode tudo e o seu poder nos é revelado por meio da Sagrada Escritura. 
Muitas pessoas, hoje, encontram-se perdidas por não conhecerem Deus. Mas 
onde é que esse conhecimento que pode nos salvar é adquirido? Em casa. É
 desde pequeno que precisamos colocar a Palavra do Senhor no coração dos 
nossos filhos. Em todos os momentos precisamos plantar a semente da Palavra
 de Deus no coração dos nossos filhos. 

Se você quer ensinar a seu filho verdades que salvam, mas não sabe por onde 
começar, é só você se ater aos 10 Mandamentos, ao Creio e ao Pai Nosso. É ai 
que está a sua fé. Quando a Palavra do Senhor diz que os Seus filhos se perdem 
por falta de conhecimento, é por falta dessas verdades. E olha o que diz a Palavra: 
"Desde a infância, você conhece as Sagradas Escrituras. Elas têm o poder de lhe 
comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé em Jesus Cristo."

É um poder sobrenatural que vem de Deus o que a Sagrada Escritura traz para
 lhe proporcionar sabedoria. É um saber eficaz que salva a pessoa e a leva à vida.
 Quem evangeliza a pessoa que ama está colocando nela uma Palavra que vai salvá-la.

A Palavra de Deus é uma semente que faz brotar a fé em Jesus. Quando plantamos 
essa semente no coração de alguém, colocamos ali um poder divino que a levara à 
fé e à salvação. E essa palavra, que é uma semente, cabe em todos os momentos e 
serve para tudo. 

A Sagrada Escritura inteira serve para todos os momentos, ela é útil para ensinar, 
repreender, corrigir e formar na justiça. Toda Palavra é inspirada por Deus e serve
 para ensinar, argumentar, corrigir e educar conforme a justiça.

Muitos dizem que não sabem como educar seus filhos; o segredo está na Palavra 
de Deus, ela tem tudo para formar. E para a pessoa que já caminha com o Senhor, 
recorrer à Sagrada Escritura a torna perfeita.

Você quer se aperfeiçoar? Recorra à Palavra de Deus, ela é útil para tudo, vale a 
pena dar espaço a ela na sua vida. 






. 











postado originalmente por http://www.catequisar.com.br/


Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova
Transcrição e adaptação: Débora Ferreira - See more at: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/biblia/geral/28.htm#sthash.a381pgmJ.dpuf

Por que ler os Evangelhos bíblicos?


Por que ler os Evangelhos bíblicos?
postado por http://www.catequisar.com.br/








A Bíblia é palavra inspirada. É Deus que se revela aos homens. E em 
contrapartida, é necessário a fé de quem a lê. É preciso a adesão da
 fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça 
sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que esta 
fé exista é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo que nos direciona
 a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.

Já nos ensinou São Jerônimo: "Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo"
 Não podemos ignorar Jesus. Temos que contar com o Espírito Santo
 que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho
do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com Ele, 
é ouvir o Seu convite: "Vem e segue-me!"

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. 
Toda a Bíblia é Revelação de Deus. O Antigo Testamento e o Novo 
Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm 
um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus e todos
 os outros livros se convergem para o centro que é o Cristo.

Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação 
Divina: Ninguém ignora que entre todas as Escrituras, mesmo do Novo 
Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal 
testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso salvador.

É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge
 para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente.
 É importante ler estes livros para percebermos vários aspectos da vida 
de Jesus. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas 
características próprias e vistos em conjunto nos ajudam a conhecer e 
seguir Jesus.

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar
 a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo.
Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos 
quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo
 se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida.
 O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de
 Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a
 todos. E por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma
literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.

Conhecer Jesus, saber seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação 
aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos
 pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir 
compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada 
um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os 
com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja 
de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja,
 sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

postado por http://www.catequisar.com.br/
Denis Duarte

Denis Duarte é especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
Professor da Faculdade Canção Nova e do Instituto de Teologia Bento XVI.
www.denisduarte.com
- See more at: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/biblia/geral/30.htm#sthash.3XqQMMps.dpuf

História de Divino Pai Eterno

História de Divino Pai Eterno

postado originalmente por  http://www.cruzterrasanta.com.br/
Divino Pai Eterno

Divino Pai Eterno é um título, uma “maneira de chamar” a Primeira Pessoa da Santíssima Trindade, Deus Pai, revelado por Jesus Cristo. Com efeito, antes da vinda de Jesus a este mundo, o Criador, Deus, era adorado mais como “Senhor” do que como “Pai”. Pensava-se ser uma ousadia chamar a Deus de “Pai”. Foi Jesus, o Filho, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, quem revelou ao mundo esta verdade radicalmente transformadora: Deus é Pai! E um Pai que ama seus filhos! Um Pai amoroso, misericordioso. Ele é o “Divino Pai Eterno”.

O significado do Divino Pai Eterno

O nome “Divino Pai Eterno” contém três títulos que expressam três verdades sobre Deus.Primeira verdade: Ele é “Divino”, quer dizer que Ele é Deus, é sobrenatural, sublime, perfeito, encantador, bonito, maravilhoso.
Segunda verdade: Ele é Pai. Pai é quem dá vida, é quem gera filhos, é quem cria filhos, é quem ama os filhos, é quem se dedica aos filhos, é quem conhece os filhos e quer que os filhos sejam felizes, realizados. Deus é Pai!
Terceira verdade: Ele é Eterno, quer dizer: não tem princípio nem fim, Ele é para sempre. Sempre foi e sempre será. E Ele, no seu amor, nos chama à eternidade quando nos dá a vida. Somos filhos do Divino Pai Eterno.

O começo da devoção do Divino Pai Eterno

A extraordinária devoção do povo para com o Divino Pai Eterno começou na mais pura simplicidade. Era o ano de 1840. Nessa época, Constantino Xavier Maria e sua esposa chamada Ana Rosa de Oliveira, foram morar nas proximidades do Córrego do Barro Preto, a uns vinte quilômetros do município de Campininha das Flores. Este veio a se tornar o atual bairro de Campinas, onde começou a se formar a cidade de Goiânia, capital de Goiás, no Brasil.

Uma imagem encontrada no chão do sertão goiano

Constantino e Ana Rosa começaram a trabalhar na terra, preparando-a para plantação. Certo dia, enquanto trabalhavam duro no campo, Constantino notou que sua enxada esbarrou em alguma coisa estranha que estava no chão. Ele observou e viu que não se tratava de uma pedra. Quando foram conferir, viram que se tratava de um belo medalhão de barro, medindo uns dez centímetros. Eles retiraram a terra que encobria o objeto e puderam, então, ver a figura que estava esculpida: tratava-se da Santíssima Trindade num ato de coroação de Nossa Senhora. Eles reconheceram a imagem do Divino Pai Eterno no centro do medalhão. Admirados e agradecidos, entenderam o achado como um sinal de Deus e levaram o medalhão para casa.

Graças e milagres do Divino Pai Eterno

Constantino e Ana Rosa prepararam um lugar especial na casa onde colocaram o medalhão do Divino Pai Eterno e começaram a reunir seus familiares em casa para rezarem o terço diante dele. Isso acontecia principalmente aos sábados e domingos. A partir desse momento, as graças, os milagres e os prodígios iniciaram na vida das pessoas que vinham rezar ali. A notícia desses fatos começou a se espalhar por toda a redondeza. Assim, outras pessoas da região passaram a procurar a casa de Constantino em busca de oração e de graças.

O povo descobre o Divino Pai Eterno

Ao saber das graças e dos milagres que começaram a acontecer, o povo começou a ir até a casa do casal, e nesta casa não tinha mais espaço para tanta gente. Então, todos se uniram para construir uma capelinha simples, feita de folhas de um coqueiro chamado buriti para receber os fiéis, que vinham em número cada vez maior. Isso aconteceu por volta de 1843. Porém, logo a capela ficou pequena. Constantino e Ana Rosa, agradecidos a Deus por tudo, doaram um terreno para a construção de uma nova capela. Este terreno margeava o córrego Barro Preto. Pessoas de toda a redondeza ajudaram na construção.

Uma imagem maior

Constantino entrou em contato com o artista plástico Veiga Valle, que morava em Pirenópolis, GO, e pediu que ele fizesseuma escultura do Divino Pai Eterno idêntica ao medalhão, porém, maior. Constantino pediu também e que a nova imagem fosse de madeira. Esta é a origem da imagem venerada na cidade de Trindade, GO. Pai, Filho e Espírito Santonum ato de coroação da Virgem Maria. Esta imagem encomendada por Constantinoconserva-se até hoje no “Santuário Velho”, ou“Igreja Matriz de Trindade”.

Graças e mais graças

Uma terceira capela foi erguida em 1876. O povo de toda a região começou a fazer romarias em peso como devoção ao Divino Pai Eterno. As graças continuaram a acontecer. Noticiavam-se mais e mais graças e milagres do Divino Pai Eterno. Aos poucos essa terceira capela também ficou pequena e as grandes celebrações em dias de festa tinham que ser feitas do lado fora, ao ar livre.

O primeiro Santuário do Divino Pai Eterno

Em pouco tempo a Arquidiocese de Goiás e os fiéis perceberam que seria necessária a construção de um grande santuário que comportasse os romeiros com mais conforto e com a dignidade que o Divino Pai Eterno merece. Assim, o primeiro Santuário do Divino Pai Eterno foi inaugurado em 1912. Com o tempo, este primeiro Santuário também foi ficando pequeno e passou a ser  conhecido como Santuário Velho. Hoje, ele é a Paróquia Matriz de Trindade.

O Santuário novo

Quando a Romaria de Trindade completou 100 anos, em 1943, D. Emanuel Gomes de Oliveira, então arcebispo de Goiás, lançou a pedra fundamental do Santuário Novo, mas este demorou a sair dos alicerces. Em 1957, criou-se a Arquidiocese de Goiânia, sob o comando de D. Fernando Gomes dos Santos. Este apresentou um projeto para a construção do Santuário e as obras começaram. A partir de 1974 já era possível a realização da novena e da festa do Divino Pai Eterno no local. A partir daí, as romarias só crescem e o Santuário do Divino Pai Eterno, em Trindade, GO, é um dos mais importantes do país. Em 2006 ele foi elevado à categoria de Basílica Menor pelo Papa Bento XVI. Ela é a única Basílica do Divino Pai Eterno no Mundo.

Oração ao Divino Pai Eterno

Divino Pai Eterno e Misericordioso, Deus Criador de tudo e de todos, nós Vos oferecemos pelas mãos de Maria Santíssima o preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho; oferecemos também as lágrimas da Virgem Santíssima pela Purificação da Terra, pela Conversão dos homens e pela santificação deles através do Divino Espírito Santo. Oferecemos ainda pela fidelidade dos Vossos escolhidos, pela Vitória da Santa Igreja e Triunfo do Imaculado Coração de Maria. 
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre, amém.


postado originalmente por  http://www.cruzterrasanta.com.br/

Santa Elisabete Ana Bayley Seton, obediente ao Senhor


14JAN

Santa Elisabete Ana Bayley Seton,

 obediente ao Senhor



  •  

Santa Elisabete Ana Bayley SetonFazia parte da Congregação 

das Irmãs de São José, 

com o objetivo de formar as 

crianças numa fé cristã e católica

Primeira norte-americana a ser canonizada. Em 1975, sob o 
pontificado do papa Paulo VI, nasceu nos Estados Unidos, no
 ano de 1774 dentro de uma família cuja mãe era uma cristã 
não católica e o pai, conhecido como médico muito atarefado 
e famoso. A mãe faleceu e, infelizmente, a madrasta fazia sofrer 
Santa Elisabete. Seu refúgio era a oração e a Palavra de Deus.
 Era alguém que buscava cumprir os mandamentos do Senhor, 
responder como Cristo respondeu aos sofrimentos do seu tempo.
Santa Elisabete Ana Bayley Seton chegou a casar-se, teve vários
 filhos, mas, por falência de seu esposo, tiveram que entrar 
no ritmo da migração dos Estados Unidos para a Itália. Com as
 dificuldades da viagem e a fragilidade de seu esposo, ele faleceu. 
Ela continuou até chegar à Itália e ser acolhida por uma família
 amiga. Era uma família feliz porque seguiam a Cristo como católicos
 praticantes. Tudo aquilo foi mexendo com o coração de Santa Elisabete
 e ela quis se tornar católica. Não se sabe ao certo tornou-se católica
 ali na Itália ou nos Estados Unidos, mas o fato é que retornou para
 os Estados Unidos, foi acolhida pela Igreja Católica, mas pelos familiares 
que eram cristãos não-católicos não foi bem acolhida; foi até perseguida.
De fato, o ecumenismo é uma conquista de cada dia e em todos os
 tempos. Santa Elisabete Ana Bayley teve uma dificuldade 
(como uma minoria católica nos Estados Unidos) de tal forma, pois 
não encontrava espaço para a educação dos filhos, que inspiradamente
 começou uma obra que chegou a ser uma Congregação das Irmãs
 de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica.
Santa Elisabete, com apenas 47 anos, faleceu; mas deixou para 
todos os cristãos católicos do mundo inteiro o testemunho de 
um coração que buscou, em tudo, a obediência ao Senhor.

Santa Elisabete Ana Bayley, rogai por nós!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Santo Hilário de Poitiers, combateu o Arianismo do Oriente


Santo Hilário de Poitiers, combateu o
 Arianismo do Oriente




Santo Hilário de Poitiers
Para o bem do povo anunciava com 
ousadia até ser exilado, mas não
 deixou de evangelizar nem mesmo 
na cadeia

Um dos santos padres da Igreja de Cristo, ele nasceu no ano de 315, em Poitiers,
 na França. Buscava a felicidade; mas sua família, pagã, vivia segundo a filosofia
 hedonista, ligada ao povo grego-romano; ou seja, felicidade como sinônimo de
 prazeres, com puro bem-estar. Então, aquele jovem dado aos estudos, se 
perguntava quanto ao fim último do ser humano; não podia acabar tudo ali
 com a morte; foi perseguindo a verdade.
O Espírito Santo foi agindo até ele conhecer as Sagradas Escrituras. O Antigo 
Testamento o levou proclamar o Deus uno, que merece toda a adoração. 
Passando para o Novo Testamento, Santo Hilário foi evangelizado e, numa 
busca constante, ele se viu necessitado do santo batismo, entrar para Igreja 
de Cristo e se fazer membro deste Corpo Místico. Em 345, foi batizado.
 Não demorou muito já era sacerdote e, depois, ordenado bispo para o povo 
de Poitiers.
Ele sofria com as heresias do arianismo. Santo Hilário, pela sua pregação e 
seus escritos, foi chamado “O Atanásio do Ocidente”, porque ele combateu
 o Arianismo do Oriente. No tempo em que o imperador Constâncio
 começou a apoiar esta heresia, Santo Hilário não teve medo das autoridades.
 Se era para o bem do povo, ele anunciava com ousadia até ser exilado, 
mas não deixou de evangelizar nem mesmo na cadeia. Por conselho, o
 próprio imperador o assumiu de volta em 360, porque os conselheiros 
sabiam da grande influência desse santo bispo que não ficava apenas
 em Poitiers, mas percorria toda a França.
Ele voltou, convocou um Concílio em Paris, participou de tantos outros
 conselhos no ocidente, mas sempre defendendo essa verdade que é Jesus
 Cristo, verdadeiro Deus, verdadeiro homem.
Santo Hilário de Poitiers foi se consumindo por essa verdade. Pelos seus
 escritos que chegam até o tempo de hoje, percebe-se este amor por 
Jesus Cristo. Não só numa busca pessoal, mas de promover a salvação 
dos outros. No século IV, ele partiu para a glória.
Santo Hilário de Poitiers, rogai por nós!


http://santo.cancaonova.com/